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Monthly Archives - novembro 2020

BANDEIRA VERMELHA Comércio seguirá aberto

Flexibilização das medidas emergenciais pelo Governo do Estado é vista pelo Sindilojas como reconhecimento de injustiça cometida ao setor no início da pandemia

 

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A Serra Gaúcha está na Bandeira Vermelha. Não era o que o comércio varejista de Bento Gonçalves queria ouvir, ainda mais na principal época de vendas do ano. Mesmo assim, o Sindilojas Regional Bento entende que ao menos com a flexibilização dos protocolos, não haverá mais um lockdown. O Governador do Estado do RS, Eduardo Leite, anunciou a suspensão temporário da cogestão, mas flexibiliza medidas emergenciais pedindo maior responsabilidade da população.

“O Governo do Estado corrigiu uma injustiça. Sim, porque o comércio não é responsável pelas contaminações. Abrir, mesmo que com limitações é melhor do que voltar a fechar. Mas, lamentamos que o comércio não essencial tenha que reduzir seu atendimento justamente no melhor mês de vendas do ano. Certamente, os prejuízos serão irreversíveis”, destaca o presidente do Sindilojas Regional Bento, Daniel Amadio.

O novo protocolo define que o comércio varejista não essencial de rua e de shopping atue com 50% de seus trabalhadores com atendimento presencial restrito até às 20h, além de 50% da capacidade para clientes. Fica permitido o comércio eletrônico, tele entrega e drive thru. Para itens essenciais o percentual de funcionários fica em 50%. Este protocolo é aplicado para todo o Estado não tendo mais a influência do município. Entretanto, ainda podem ocorrer mudanças.

A intenção do Governo do Estado é manter este protocolo por duas semanas, a fim de que se possa chegar ao Natal com menos restrições. Entretanto, isso vai depender muito da conscientização das pessoas, fator que o próprio Governador pontuou como determinante uma vez que já são oito meses de pandemia. Segundo ele, as pessoas estão cansadas das restrições, os dias estão mais longos, o final do ano está chegando, o período é de encontros, está mais calor e existe a perspectiva da vacina. Tudo isso leva as pessoas a relaxarem. Cabe destacar, que a vacina será disponibilizada, inicialmente, aos grupos de risco e profissionais expostos ao contágio.

Amadio reforça o que o Sindilojas vem pedindo desde março, para que lojistas, comerciários e consumidores sigam os protocolos de segurança, tenham auto cuidado, usem máscara, higienizem as mãos, façam distanciamento físico e tenham responsabilidade. “Cada um precisa fazer a sua parte. É uma luta de todos. É bom lembrar que a fiscalização será reforçada e que o não uso da máscara, por exemplo, pode trazer transtornos tanto para lojistas quanto para consumidores com a aplicação de multas e penalidades”, ressalta.

E-Book traz dicas para se relacionar pelo WhatsApp

Este é o sexto livro digital lançado pelo Sindilojas Regional Bento para associados

 

Com a pandemia do Coronavírus, as empresas, especialmente as do varejo, intensificaram o uso do WhatsApp no negócio. Entretanto, nem sempre a adoção desta ferramenta é ordenada, podendo jogar contra o empresário. Neste sentido, o Sindilojas Regional Bento acaba de lançar o e-Book ‘Dicas #SOUSINDI para se relacionar melhor no WhatsApp’. O material reúne 25 conselhos selecionados para ajudar no relacionamento com clientes ativos e em potencial.

 

O livro digital, com 31 páginas, é simples, didático e objetivo, com fácil interpretação. O conteúdo foi pensado para ser útil a diversos segmentos como vestuário, calçados, materiais de construção, supermercados, farmácias, brinquedos, eletrodomésticos, restaurantes, floriculturas, presentes, entre outros. Disponibilizado de forma gratuita às empresas associadas, assim como os outros cinco criados durante a pandemia, o e-Book fortalece a necessidade de adotar estratégias para o uso da ferramenta. A interação é fundamental para o sucesso da relação. Afinal, o conteúdo mão pode satisfazer apenas uma das partes.

 

O presidente da entidade, Daniel Amadio, explica que foi preciso se reinventar, buscando soluções mais práticas e de rápido entendimento e aplicação, para ajudar as empresas a enfrentar o momento vivido. “O varejo precisa se adaptar com maior agilidade aos novos hábitos do consumidor. Desenvolver estes conteúdos parece uma ação simples, mas que exerce grande transformação em cada negócio”, destaca.

 

O e-Book já foi enviado a todos os associados, assim como os demais que seguem à disposição das empresas no site www.sindilojasbg.com.br, na seção Covid-19.

 

E-Books Sindilojas Regional Bento

Como vender mais pelo WhatsApp

Vendas pelo WhatsApp Business

Como Vender em Tempos de Covid-19

Como evitar crimes pelo WhatsApp

Como evitar fraudes pela Internet

Dicas #SOUSINDI para se relacionar melhor no Whatsapp

Dicas como se relacionar no WhatsAPP

O E-COMMERCE É PARA MINHA LOJA?

Divulgação Senac-RS

Raquel Fassini – Docente do Técnico em Administração no Senac Tech

O ano de 2020 veio para desconstruir muitas certezas e tabus, seja em relação a prioridades, modelos de trabalho ou de negócios. Assim como muitas empresas se viram em dificuldades por precisarem fechar seus estabelecimentos físicos, tantas outras cresceram ou iniciaram a partir de oportunidades originadas no contexto de distanciamento físico e virtualização.

Quando se fala de crescimento dos negócios em 2020, devemos falar de e-commerce. Isso porque o comércio eletrônico cresceu 47% só no primeiro semestre de 2020, o maior crescimento em 20 anos, conforme dados da Ebit|Nielsen. Com um crescimento tão expressivo, você, empresário, lojista ou mesmo um candidato a empreendedor, deve estar pensando que seu negócio deve surfar essa onda, não é mesmo?

Antes de buscar uma plataforma para criação de um site ou de ofertar seus produtos e serviços nas redes sociais é preciso estabelecer uma estratégia para sua presença digital. E isso envolve pensar:

Quem é o cliente que irei atender on-line? Isso significa que não basta ter um bom produto ou serviço, mas para quem você vai ofertar isso no mundo virtual. E pode ser um cliente bem diferente daquele que você já atende na sua loja física;

Quanto custa essa operação? Não somente para a sua empresa, afinal, os custos para o negócio podem ser bastante reduzidos com a operação via marketplaces, uma loja virtual em que vários lojistas podem se inscrever e vender seus produtos. Mas o custo também envolve pensar: quando esse produto custa para o cliente – afinal, a compra pode ser acrescida de frete e o próprio tempo de entrega pode acarretar custos adicionais para o cliente. Avalie se o seu produto tem um custo competitivo;

Estou conseguindo entregar mais conveniência? Todo consumidor busca na compra, uma solução para um problema ou necessidade. O papel da empresa é facilitar a vida do seu cliente, trazendo para ele mais conforto, comodidade e facilidades para realizar a compra. Isso é conveniência. Se você tem um e-commerce, o seu site deve ser de fácil entendimento, as opções de pagamento devem garantir segurança aos dados do cliente e a entrega precisa ser no tempo mais adequado possível;

Quais são as formas de comunicação com o meu cliente? Uma empresa que resolve atuar on-line, deve conseguir se comunicar de maneira ágil e assertiva com o seu cliente. A comunicação assertiva não significa uma comunicação “certa”, mas uma comunicação clara, direta e honesta. Só esteja presente nos canais que você consegue atender com assertividade.

Para tornar mais claro, vou trazer alguns exemplos: o primeiro, de como não fazer. Há algum tempo eu estava buscando um hotel para férias e encontrei em uma rede social uma pousada que me interessou bastante. Eles tinham a opção de enviar mensagens pela plataforma, então enviei uma pedindo informações sobre a disponibilidade de quartos e valores. Recebi como resposta “agradecemos seu contato, para informações sobre diárias entre em contato pelo e-mail tal”. Adivinhe o que aconteceu? Eu nunca enviei o e-mail. Por quê? Em primeiro lugar, a empresa estava transferindo para mim a responsabilidade, como se eles não estivessem interessados no potencial cliente. O negócio precisa pensar e agir fazendo o melhor pelo cliente. Em segundo lugar, se eu já havia feito contato utilizando um recurso de comunicação disponibilizado por eles é por aquele canal que eu quero receber a resposta. É esse canal que, para mim, é o mais conveniente.

Algumas pessoas acreditam que o e-commerce tira a capacidade de um atendimento humanizado, considerado por muitos o seu principal diferencial competitivo. Se enganam novamente. O fator humano pode ser demonstrado de diferentes formas. Um exemplo foi quando pedi um lanche por uma plataforma de entregas. Era próximo da Páscoa, você deve lembrar que foi o auge do isolamento social. Ao fazer o pedido pela plataforma, não há nenhum tipo de interação direta com a empresa vendedora: há um cardápio, escolhe-se o pedido, a forma de pagamento e pronto. Pois o pedido, ao chegar ainda contemplava um recado escrito à mão e chocolates de brinde, em uma embalagem decorada com o tema de Páscoa. Sabe quanto custa para a empresa escrever um recado a mão? Pois é, o custo dessa ação é muito baixo. Mas a satisfação do cliente e seu índice de recompra são altíssimos.

Existem diferentes formas de ingressar nas vendas on-line, por plataformas próprias, parceiras ou mesmo por redes sociais. O que determina o melhor recurso é o público que a empresa quer atingir e a estratégia que a empresa definiu baseada nos seus objetivos.

Portanto, se você ainda não tem clareza da sua estratégia, dedique um tempo para elaborar seu plano. Se nunca fez isso antes, sempre é tempo de começar. O primeiro passo é buscar informações. Após, defina seus objetivos. A partir daí, avalie quais recursos e ferramentas digitais são os mais adequados. Tenha metas claras e, por fim, lembre que todo planejamento é feito a lápis: acompanhe os resultados e, caso necessário, revise a sua estratégia. O importante é ter clareza do que se pretende. Quanto mais rápido começar, mais cedo vai revisar e chegar no caminho certo.

132 EMPRESAS ASSOCIADAS PARTICIPAM DO NATAL BENTO 2020

NATAL BENTO 2020

O Natal Bento é a gente que faz.

Por isso, nós, do Sindilojas, mobilizamos 132 empresas associadas para participar desse movimento que se repete todos os anos.

Mesmo com máscara, por vídeo ou por tele entrega, no final, a gente sabe que vai fazer do melhor jeito: o nosso.

Que este Natal Bento seja uma noite para iluminar o ano inteiro.

Confira aqui a lista completa das empresas participantes!

FECOMÉRCIO-RS APRESENTA SEU POSICIONAMENTO SOBRE A PL 246/2020 QUE ENTRE OUTRAS MEDIDAS, ESTABELECE A MANUTENÇÃO DAS ALÍQUOTAS DE ICMS.

FE/BEU/MR/211/2020

Porto Alegre, 25 de novembro de 2020.

Exmo. Sr. Eduardo Leite
Governador do Estado do Rio Grande do Sul

A Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul – FECOMÉRCIO-RS – na representatividade de seus 102 sindicatos empresariais filiados, ao cumprimentá-lo, apresenta seu posicionamento em relação ao PL 246/2020, de autoria do Poder Executivo. O projeto, entre outras medidas, estabelece a manutenção das alíquotas de ICMS.

Clique aqui e leia na íntegra o posicionamento da FECOMÉRCIO-RS quanto a PL 246/2020.

‘O Natal Bento é a gente que faz’ tem 132 empresas

Campanha arrecada recursos para o Natal Bento, além de estimular as pessoas a compartilharem suas histórias de Natal com a #ONATALBENTODAGENTE

 

Usando máscara, fazendo ligação de vídeo, mandando presente por tele entrega ou deixando na porta de casa. O Natal de 2020 certamente será muito diferente de todos os demais. Foi pensando nisso que o Sindilojas Regional Bento lançou a campanha institucional ‘O Natal Bento é a gente que faz’, integrando a promoção do Natal Bento, realizado pela Prefeitura de Bento Gonçalves. A iniciativa tem duas grandes vertentes: a primeira que arrecadou recursos entre associados e a segunda que quer manter vivo o verdadeiro espírito natalino, incentivando as pessoas a compartilharem suas histórias com a #ONATALBENTODAGENTE.

 

Todos os anos, o Sindilojas Regional Bento participa do Natal Bento, atuando em diversas frentes, conforme a necessidade de cada período. Desta vez, a entidade entrou em contato com todos os associados para levantar recursos que serão disponibilizados para a programação natalina da cidade. As 132 empresas associadas que atenderam ao chamado contribuíram com cotas a partir de R$ 90. “Cruzamos o ano mudando atitudes, refletindo sobre comportamentos, enfrentando de frente novos cenários e tendo a certeza de que somos parte de um todo e que juntos podemos muito mais. Sempre participamos do Natal Bento e sempre iremos participar”, destaca o presidente do Sindilojas Regional Bento, Daniel Amadio, que aproveita para agradecer cada lojista que está junto nesta ação ajudando a iluminar a cidade, deixando-a mais atraente, com enfeites e apresentações alusivas à data.

 

Dentro deste pensamento, a campanha traz o espírito comunitário à tona. “A gente vai fazer do melhor jeito: o nosso. E este movimento, todos os anos, é feito por lojistas, comerciários e consumidores. Porque O Natal Bento é a gente que faz”, ressalta. A entidade estará divulgando as empresas em suas redes sociais, além de identificá-las com o selo da ação, que também estará disponibilizando um avatar para as pessoas que quiserem usar em seus perfis.

 

#ONATALBENTODAGENTE

Mas o Sindilojas também quer saber como as pessoas vão curtir este Natal. Para envolver a comunidade, incentivando as pessoas a compartilharem suas histórias numa corrente de resgate ao espírito natalino, o material gráfico vai conversar com a comunidade de um jeito diferente. Usando a #ONATALBENTODAGENTE, as pessoas poderão contar em suas redes como estão sendo os preparativos, o que vai ter de diferente, como vão driblar o momento para poder estar com quem amam. A ideia é contagiar as pessoas para que uma noite possa iluminar um ano inteiro.

 

EMPRESAS PARTICIPANTES

  1. DA CAMPO CALÇADOS

ACATÊ MODAS

AGROPET CASARÃO

ALIANÇA IMÓVEIS

ALMA PIENA

ALUMIVIDRO

ANDREIA MODAS

APOLO PISOS

ARMAZÉM DAS TINTAS

ARTCAR

ARTELANA

ARTETILICA

ASSIF

ATAQUE E DEFESA

ATITUDE ESPORTES

ATUALLE REVESTIMENTOS

AUDIOPARTS

AUTO ELÉTRICA REAL

BENTO AUTO PEÇAS

BERTAMONI MATERIAIS ELÉTRICOS

BERTOLTECH

BG FERRAMENTAS

BG MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO

BOB’S BENTO GONÇALVES

BRAIDO ILUMINAÇÃO

BRECHÓ CARA DE NOVA

BUFFET DALLA COSTA

CAGIPA

CANTA MARIA

CARRARO VEÍCULOS

CASA SHOPPING MÓVEIS

CASAGRANDE GESSO

CASTTINI MÓVEIS PLANEJADOS

CIA DO MICRO

CIA DO SONO

CLÍNICA BRASIL

COLECCIONE

COMERCIAL JR

COMÉRCIO E REPRESENTAÇÕES MATTIELO

COMETA PAPÉIS

CONCEITOCOM BRASIL

CONFECÇÕES CAD’ORO

CONSTRUBENE

COUROS DO VALLEH

CRIATIVA GRAF

CRISMIOLO EMPÓRIO GOURMET

CRISTO REI MATERIAIS ELÉTRICOS

DAL CASTEL

DE TONI FERRAGENS

DESTAKE MODAS

DI GIACOMELLI

DICAS E MANIAS

DOLCE GUSTO

DON JUAN MODA HOMEM

ENEBÊ

ESCOLA SOL DO AMANHECER

FILTRARE

FLORICULTURA GAZZOLA

GLOBO MODA HOMEM

GOOD BRECHÓ

GRÁFICA CARTA

GTI RACING PARTS

GUIA-SE NEGÓCIOS PELA INTERNET

HOROS

HOS INFORMÁTICA

ICOMP COMPUTADORES

IDEIAS E PRESENTES

IMOBILIÁRIA FAGGION

IMOPUR

IMPÉRIO MODAS

INMATECH

INTIMITÁ

KNOW-HOW IDIOMAS

LIMPACTO

LIMPBENTO PRODUTOS PARA LIMPEZA

LOCADORA EXCLUSIVA

LOJA MODA MIX

LOUVRE

MAQUILAGÁS

MARJORIE EMAGRECIMENTO E ESTÉTICA

MAXXI4 IMÓVEIS

MECÂNICA UNIDIESEL

MEDICINALLES

MERCADÃO DOS ÓCULOS

MERCADO TONIETTO

METALÚRGICA BORTOLINI

MEU DESPACHANTE

MINOZZO COLCHÕES

MODERNA AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL

MORADA MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO

MÓVEIS MEJOLARO

MULTI AQUECIMENTO

MUNDO DO PRESENTE

NATAL FITNESS

O BOTICÁRIO

ODONTOCENTER ASSISTENCE

OPÇÃO PERSONAL GLASSES

ÓPTICA TREZE DE MAIO

ORNO HOME DECOR

ORTOPEDIA MEDICAL CENTER

ÓTICA DEBIANCHI MARECHAL FLORIANO

ÓTICA DEBIANCHI SALDANHA MARINHO

ÓTICA PLENA

ÓTICA VISUS

PADMA

PAPELARIA PRISMA

PENTE FINO BARBEARIA

PISOS E CIA

PORTA AZUL MODAS

PRÓ-COR TINTAS

PROJETARIUM

PROKASA

PUBLIC JEANS

PULSE ARQUITETURA

REAL ASSESSORIA EMPRESARIAL

REALIZE BENTO IMÓVEIS

RN MATERIAIS DE CONSTRUÇÕES E FERRAGENS

SEM LIMITES

SENSUALE COSMÉTICOS

SERRANOSSA

SICOOB UNICOOB MERIDIONAL

SONHO BABY

SUPERMERCADO APOLO

SUPERMERCADO MAXI COMPRA

URBSERRA

VACARI CONTABILIDADE

VIDRAÇARIA LÍDER

VILLA AUGUSTA DECORAÇÕES

VINHEDOS REFRIGERAÇÃO

VITASEG

VÍZIA ÓPTICA

WONS IMÓVEIS

45 ANOS – Sindilojas recebe Portaria de Louvor e Agradecimento

Homenagem feita pela Câmara de Vereadores na noite desta segunda-feira, 23, partiu do vereador Volnei Cristófoli

 

Os 45 anos do Sindilojas Regional Bento mais uma vez foram reverenciados. Desta vez, pela Câmara de Vereadores de Bento Gonçalves com a entrega da Portaria de Louvor e Agradecimento, numa iniciativa que partiu do vereador Volnei Cristófoli. Culminando com a homenagem, a exposição ’45 anos do Sindilojas Regional Bento’, que começou no Salão Nobre da Prefeitura e passou pelas unidades do Sesc, Senac e agências do Sicredi da cidade, chegou ao Legislativo, onde permanecerá até o dia 30 de novembro.

 

A cerimônia contou com a presença do prefeito Guilherme Pasin, que mesmo de férias fez questão de prestigiar o evento. A pandemia e a necessidade de alinhamentos, reuniões e medidas no enfrentamento ao vírus, aproximaram ainda mais a entidade do Poder Público, fortalecendo a parceria. “O Sindilojas é um exemplo de força, efetividade e representatividade”, destacou Pasin.

 

O presidente do Sindilojas Regional Bento, Daniel Amadio, fez questão de relatar um pouco da história do Sindicato que em toda sua história sempre atuou na defesa dos interesses da coletividade. Ao agradecer o prefeito e o vereador, Amadio enalteceu o trabalho de seus antecessores, da equipe de colaboradores e associados. “Não se faz uma entidade sozinho. Cada um fez a sua parte e é por isso que hoje temos um Sindilojas forte e representativo”.

 

Depois da Câmara, a exposição seguirá pelas agências do Sicredi presentes nos 11 municípios que fazem parte da base territorial da entidade até chegar à sede da Fecomércio-RS, em Porto Alegre. Já em 2021 ela volta para o Sindilojas e de 9 a 11 de junho fechará o calendário no 36º Congresso Nacional de Sindicatos Empresariais do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNSE).

 

Um pouco da história

Gerada por um grupo de amigos, também empresários do comércio, a entidade trouxe a tão desejada representatividade ao setor, além da independência para questões quanto a relação capital e trabalho. Nestor Ângelo Arioli (in memoriam), Gentil Theophilo Pompermayer, Gilberto Zandoná, Ildoíno Pauletto, Décio Ferrari, Plínio Mejolaro, Jovino Antônio Demari e Daniel Amadio formam o seleto grupo de presidentes que conduziram os 45 anos da entidade. Amadio, a frente da entidade desde 2014, reverencia e dá continuidade ao trabalho de seus antecessores na construção da imagem do sindicato que hoje atua em uma base territorial que abrange 11 municípios (Barão, Bento Gonçalves, Boa Vista do Sul, Carlos Barbosa, Coronel Pilar, Garibaldi, Monte Belo do Sul, Pinto Bandeira, Santa Tereza, São Pedro da Serra e São Valentim do Sul).

 

Foto: Renata Oliveira / Conceitocom Brasil

Legenda: Daniel Amadio (C) com o prefeito Guilherme Pasin e o vereador Volnei Cristófoli

A RECUPERAÇÃO DO FLUXO DE TURISMO É PAUTA DE REUNIÃO DA FECOMÉRCIO-RS

A última reunião do ano do Conselho de Turismo da Fecomércio-RS (Contur) foi realizada na última quarta-feira (18/11) e teve como assunto principal a recuperação do setor. O encontro virtual, coordenado pelo vice-presidente da Federação, Manuel Suaréz, contou com a participação dos conselheiros, do representante do Grupo Dallonder, Rodrigo Ricieri, e da presidente executiva do Porto Alegre & Região Metropolitana Convention & Visitors Bureau (POACVB), Adriane Hilbig.

Na ocasião, o representante do Grupo Dallonder, Rodrigo Ricieri, destacou a importância da criação de roteiros, com o apoio do poder público, e incentivo a rotas turísticas como alternativas para o turismo na região. “Achamos que a pandemia iria durar no máximo dois meses. Fomos pegos de surpresa e isso contribuiu para que nos renovássemos. Os roteiros abertos, como por exemplo os passeios de bicicleta, têm sido os mais procurados na região. Eles é que têm ajudado na pandemia”, relata Ricieri. Além disso, ele também salientou que aproveitaram o período para fazer obras e melhorias nos centros de eventos da rede. “Ainda temos muita diferença de fluxo, principalmente por conta dos eventos que ocorriam durante a semana. Infelizmente, tem sido um período com ocupação baixíssima, além da questão do limite de 60% estipulado pelo governo. Os feriados ajudaram a ter um movimento melhor, mas estão muito abaixo do que gostaríamos”, afirma.

Para finalizar o relato, Ricieri mostrou-se bastante otimista. “As regiões de Bento e Caxias sofreram bastante, mas não podemos apenas reclamar. Estamos em um processo de recuperação. Neste momento, temos a oportunidade de vender mais produtos dentro da hospedagem, o ticket médio aumentou por conta da venda de alimentos e serviços dentro do próprio hotel. Tivemos que renovar o nosso spa, por exemplo. A nossa batalha agora é fazer com que o turista, não só o de lazer, mas também o executivo, volte com tudo nos próximos dois anos”.

Durante a reunião, a executiva do Contur, Pricila Gurgel, também falou sobre o turismo na região da Serra e a situação dos hotéis do Sesc no Estado. “Por meio de novas parcerias pudemos crescer em outras áreas as quais não tínhamos dimensão, como os esportes, por exemplo. Com as crises, encontramos novas oportunidades. Atualmente, estamos com uma boa ocupação, dentro da realidade da pandemia, encaixando os pacotes turísticos para algo mais regional, reforçando nosso trade, com um olhar mais interno”, aponta. Pricila ainda comentou sobre as expectativas para o verão. “Existe uma demanda reprimida e precisamos ir atrás dela. Com a chegada do verão, temos um cenário promissor com a grande procura pelos hotéis no Litoral Norte”.

Para o conselheiro José Reinaldo Ritter, a Capital está se recuperando. “Tivemos momentos difíceis, mas a ocupação hoteleira em Porto Alegre está começando a reagir. Embora a tendência é que a o número de hóspedes baixe com a chegada do verão, vemos que o setor de eventos está retornando aos poucos. Começamos com uma ocupação na faixa dos 8% e agora já estamos em 20%”. O coordenador, Manuel Suaréz, está otimista em relação ao cenário. “Na região metropolitana tivemos bons sinais nos meses de outubro e novembro. E agora só temos uma saída: recuperar o movimento e a rentabilidade básica para pagar os custos de operação”.

Na ocasião, a convidada Adriana Hilbig fez uma apresentação falando sobre o trabalho do POACVB. Ela destacou os 23 anos da entidade e mostrou como o setor de eventos está passando por esse momento. “É uma nova etapa e precisamos reinventar a cidade. Enquanto instituição, nos adaptamos criando indicadores, fazendo parcerias, promovendo campanha para os nossos mantenedores, remodelando nossos convênios e até mesmo criando novos canais de comunicação. Temos uma grande expectativa para o próximo ano, já que todos os eventos foram transferidos”. Adriana, também, enfatizou como o Rio Grande do Sul está sendo pioneiro na retomada dos eventos presenciais. “Estamos na vanguarda e precisamos aproveitar isso. Nos unimos para nos beneficiar enquanto Estado e tudo que realizamos até agora teve caráter colaborativo. Precisamos mostrar que é possível retomar”, finalizou a executiva.

A segunda parte da reunião tratou de assuntos legislativos. Catiuce Lopes, do Núcleo Jurídico da Fecomércio-RS, falou sobre o novo decreto do Governo Estadual que flexibiliza a ocupação para setores de turismo com a adesão ao Selo de Turismo. “A adesão ao Selo não tem custo nenhum e pode ser solicitada pelo site do Ministério do Turismo. A certificação também é benéfica para o turista, que vai saber que o estabelecimento está seguindo todos os protocolos”. Catiuce ainda chamou a atenção para observar as portarias e decretos municipais.

Para finalizar, a economista da Federação Giovana Menegotto fez uma análise do Projeto de Lei 3067/2020, que consiste na criação do Programa de Apoio Emergencial ao Setor do Turismo nos Municípios e do Fundo Garantidor Emergencial de Apoio ao Turismo nos Municípios. “O setor do Turismo é um dos mais afetados com a pandemia e todas essas medidas que dão suporte são muito positivas”, acredita a Giovana.

PIX – Vídeo da economista Patrícia Palermo da Fecomércio-RS

Você já utilizou o Pix? A novidade foi lançada no Brasil na última segunda-feira (16). Assista ao vídeo com a economista-chefe da Fecomércio-RS, Patrícia Palermo, sobre como funciona o novo meio de pagamento, seus benefícios para a população e para as empresas: https://bit.ly/3kNbunL. Quer saber mais? A Fecomércio-RS também explica sobre o tema na Cartilha sobre o Pix (http://fecomercio-rs.org.br/lp/pix/) e no podcast Faz a Conta (Spotify: https://bit.ly/pix_fecomerciors).

 

DANOS MORAIS GERADOS A PESSOA JURÍDICA POR VENDA DE PRODUTOS FALSIFICADOS PODEM SER PRESUMIDOS, DECIDE TERCEIRA TURMA

A comercialização de produtos falsificados afeta a identidade construída pelo titular da marca, resultando na mudança de público-alvo e desvirtuando as qualidades que o proprietário busca ver atreladas à sua imagem. Por isso, os danos extra patrimoniais gerados pela comercialização ilícita de produtos e serviços não dependem de prova para que possam ser compensados.

O entendimento foi fixado pela Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) ao reformar acórdão do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) que, apesar de ter reconhecido a existência de danos materiais em episódio de venda de produtos falsificados, afastou a condenação das vendedoras ao pagamento de danos morais por concluir que o uso indevido de uma marca não implicaria, necessariamente, dano extra patrimonial à pessoa jurídica titular desse direito. Para o TJSC, a violação à honra e à imagem deveria ser concretamente demonstrada pelo titular.

De acordo com o relator do recurso do proprietário da marca, ministro Paulo de Tarso Sanseverino, o entendimento tradicional do STJ é no sentido de que os danos morais experimentados pela pessoa jurídica – diferentemente daqueles sofridos pela pessoa física – não são presumidos, devendo ser comprovados para que haja a compensação.

“Todavia, nos casos em que há violação do direito de marca, notadamente naqueles em que há falsificação ou pirataria, o ato ilícito atinge a própria identidade do titular do direito de propriedade industrial”, explicou o ministro.

 

Reputação

Segundo Sanseverino, a diferenciação de produtos e serviços por meio das marcas permite ao consumidor diminuir custo e tempo de informação, pois, com base em suas experiências prévias de consumo, ele tem condições de identificar com mais facilidade o produto ou serviço que deseja adquirir. Por outro lado, explicou, o titular da marca pode investir na construção de uma associação entre a marca e as qualidades específicas do item oferecido, com o objetivo de manter sua clientela.

O relator também lembrou que, como previsto no artigo 130, inciso III, da Lei 9.279/1996, o titular da marca tem o direito de zelar pela sua integridade material e pela sua reputação. Além disso, nos termos do artigo 139 da mesma lei, o proprietário pode exercer um controle efetivo sobre as especificações, a natureza e qualidade dos produtos ou serviços, mesmo que tenha realizado contrato de licença para uso da marca.

“A falsificação, porém, configura uma ingerência ilícita de terceiros nessa identidade marcária, uma vez que ela retira do titular o controle sobre aquilo que está sendo comercializado sob o sinal protegido. O consumidor – ludibriado – passa a relacionar o signo distintivo com valores e qualidades diferentes daqueles aprovados pelo titular do direito de propriedade industrial, em usurpação de identidade causadora de inegável dano extra patrimonial”, disse o ministro.

 

Direitos de personalidade

Nesse sentido, Paulo de Tarso Sanseverino enfatizou que a violação aos direitos de personalidade também deve ser protegida no caso das empresas, por disposição expressa do artigo 52 do Código Civil, “razão pela qual os danos extrapatrimoniais, em casos como o presente, são presumidos diante da ocorrência do ilícito”.

Com o provimento do recurso especial, a Terceira Turma condenou a microempresa e a microempreendedora individual que comercializaram as peças falsificadas em pequenos estabelecimentos no interior de Santa Catarina, além do ressarcimento dos prejuízos materiais do titular da marca, ao pagamento de danos morais no valor de R$ 5 mil, cada.

O número deste processo não é divulgado em razão de segredo judicial.

Fonte: https://www.stj.jus.br/sites/portalp/Paginas/Comunicacao/Noticias/05102020-Danos-morais-gerados-a-pessoa-juridica-por-venda-de-produtos-falsificados-podem-ser-presumidos–decide.aspx