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Fecomércio-RS

O E-COMMERCE É PARA MINHA LOJA?

Divulgação Senac-RS

Raquel Fassini – Docente do Técnico em Administração no Senac Tech

O ano de 2020 veio para desconstruir muitas certezas e tabus, seja em relação a prioridades, modelos de trabalho ou de negócios. Assim como muitas empresas se viram em dificuldades por precisarem fechar seus estabelecimentos físicos, tantas outras cresceram ou iniciaram a partir de oportunidades originadas no contexto de distanciamento físico e virtualização.

Quando se fala de crescimento dos negócios em 2020, devemos falar de e-commerce. Isso porque o comércio eletrônico cresceu 47% só no primeiro semestre de 2020, o maior crescimento em 20 anos, conforme dados da Ebit|Nielsen. Com um crescimento tão expressivo, você, empresário, lojista ou mesmo um candidato a empreendedor, deve estar pensando que seu negócio deve surfar essa onda, não é mesmo?

Antes de buscar uma plataforma para criação de um site ou de ofertar seus produtos e serviços nas redes sociais é preciso estabelecer uma estratégia para sua presença digital. E isso envolve pensar:

Quem é o cliente que irei atender on-line? Isso significa que não basta ter um bom produto ou serviço, mas para quem você vai ofertar isso no mundo virtual. E pode ser um cliente bem diferente daquele que você já atende na sua loja física;

Quanto custa essa operação? Não somente para a sua empresa, afinal, os custos para o negócio podem ser bastante reduzidos com a operação via marketplaces, uma loja virtual em que vários lojistas podem se inscrever e vender seus produtos. Mas o custo também envolve pensar: quando esse produto custa para o cliente – afinal, a compra pode ser acrescida de frete e o próprio tempo de entrega pode acarretar custos adicionais para o cliente. Avalie se o seu produto tem um custo competitivo;

Estou conseguindo entregar mais conveniência? Todo consumidor busca na compra, uma solução para um problema ou necessidade. O papel da empresa é facilitar a vida do seu cliente, trazendo para ele mais conforto, comodidade e facilidades para realizar a compra. Isso é conveniência. Se você tem um e-commerce, o seu site deve ser de fácil entendimento, as opções de pagamento devem garantir segurança aos dados do cliente e a entrega precisa ser no tempo mais adequado possível;

Quais são as formas de comunicação com o meu cliente? Uma empresa que resolve atuar on-line, deve conseguir se comunicar de maneira ágil e assertiva com o seu cliente. A comunicação assertiva não significa uma comunicação “certa”, mas uma comunicação clara, direta e honesta. Só esteja presente nos canais que você consegue atender com assertividade.

Para tornar mais claro, vou trazer alguns exemplos: o primeiro, de como não fazer. Há algum tempo eu estava buscando um hotel para férias e encontrei em uma rede social uma pousada que me interessou bastante. Eles tinham a opção de enviar mensagens pela plataforma, então enviei uma pedindo informações sobre a disponibilidade de quartos e valores. Recebi como resposta “agradecemos seu contato, para informações sobre diárias entre em contato pelo e-mail tal”. Adivinhe o que aconteceu? Eu nunca enviei o e-mail. Por quê? Em primeiro lugar, a empresa estava transferindo para mim a responsabilidade, como se eles não estivessem interessados no potencial cliente. O negócio precisa pensar e agir fazendo o melhor pelo cliente. Em segundo lugar, se eu já havia feito contato utilizando um recurso de comunicação disponibilizado por eles é por aquele canal que eu quero receber a resposta. É esse canal que, para mim, é o mais conveniente.

Algumas pessoas acreditam que o e-commerce tira a capacidade de um atendimento humanizado, considerado por muitos o seu principal diferencial competitivo. Se enganam novamente. O fator humano pode ser demonstrado de diferentes formas. Um exemplo foi quando pedi um lanche por uma plataforma de entregas. Era próximo da Páscoa, você deve lembrar que foi o auge do isolamento social. Ao fazer o pedido pela plataforma, não há nenhum tipo de interação direta com a empresa vendedora: há um cardápio, escolhe-se o pedido, a forma de pagamento e pronto. Pois o pedido, ao chegar ainda contemplava um recado escrito à mão e chocolates de brinde, em uma embalagem decorada com o tema de Páscoa. Sabe quanto custa para a empresa escrever um recado a mão? Pois é, o custo dessa ação é muito baixo. Mas a satisfação do cliente e seu índice de recompra são altíssimos.

Existem diferentes formas de ingressar nas vendas on-line, por plataformas próprias, parceiras ou mesmo por redes sociais. O que determina o melhor recurso é o público que a empresa quer atingir e a estratégia que a empresa definiu baseada nos seus objetivos.

Portanto, se você ainda não tem clareza da sua estratégia, dedique um tempo para elaborar seu plano. Se nunca fez isso antes, sempre é tempo de começar. O primeiro passo é buscar informações. Após, defina seus objetivos. A partir daí, avalie quais recursos e ferramentas digitais são os mais adequados. Tenha metas claras e, por fim, lembre que todo planejamento é feito a lápis: acompanhe os resultados e, caso necessário, revise a sua estratégia. O importante é ter clareza do que se pretende. Quanto mais rápido começar, mais cedo vai revisar e chegar no caminho certo.

FECOMÉRCIO-RS APRESENTA SEU POSICIONAMENTO SOBRE A PL 246/2020 QUE ENTRE OUTRAS MEDIDAS, ESTABELECE A MANUTENÇÃO DAS ALÍQUOTAS DE ICMS.

FE/BEU/MR/211/2020

Porto Alegre, 25 de novembro de 2020.

Exmo. Sr. Eduardo Leite
Governador do Estado do Rio Grande do Sul

A Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul – FECOMÉRCIO-RS – na representatividade de seus 102 sindicatos empresariais filiados, ao cumprimentá-lo, apresenta seu posicionamento em relação ao PL 246/2020, de autoria do Poder Executivo. O projeto, entre outras medidas, estabelece a manutenção das alíquotas de ICMS.

Clique aqui e leia na íntegra o posicionamento da FECOMÉRCIO-RS quanto a PL 246/2020.

A RECUPERAÇÃO DO FLUXO DE TURISMO É PAUTA DE REUNIÃO DA FECOMÉRCIO-RS

A última reunião do ano do Conselho de Turismo da Fecomércio-RS (Contur) foi realizada na última quarta-feira (18/11) e teve como assunto principal a recuperação do setor. O encontro virtual, coordenado pelo vice-presidente da Federação, Manuel Suaréz, contou com a participação dos conselheiros, do representante do Grupo Dallonder, Rodrigo Ricieri, e da presidente executiva do Porto Alegre & Região Metropolitana Convention & Visitors Bureau (POACVB), Adriane Hilbig.

Na ocasião, o representante do Grupo Dallonder, Rodrigo Ricieri, destacou a importância da criação de roteiros, com o apoio do poder público, e incentivo a rotas turísticas como alternativas para o turismo na região. “Achamos que a pandemia iria durar no máximo dois meses. Fomos pegos de surpresa e isso contribuiu para que nos renovássemos. Os roteiros abertos, como por exemplo os passeios de bicicleta, têm sido os mais procurados na região. Eles é que têm ajudado na pandemia”, relata Ricieri. Além disso, ele também salientou que aproveitaram o período para fazer obras e melhorias nos centros de eventos da rede. “Ainda temos muita diferença de fluxo, principalmente por conta dos eventos que ocorriam durante a semana. Infelizmente, tem sido um período com ocupação baixíssima, além da questão do limite de 60% estipulado pelo governo. Os feriados ajudaram a ter um movimento melhor, mas estão muito abaixo do que gostaríamos”, afirma.

Para finalizar o relato, Ricieri mostrou-se bastante otimista. “As regiões de Bento e Caxias sofreram bastante, mas não podemos apenas reclamar. Estamos em um processo de recuperação. Neste momento, temos a oportunidade de vender mais produtos dentro da hospedagem, o ticket médio aumentou por conta da venda de alimentos e serviços dentro do próprio hotel. Tivemos que renovar o nosso spa, por exemplo. A nossa batalha agora é fazer com que o turista, não só o de lazer, mas também o executivo, volte com tudo nos próximos dois anos”.

Durante a reunião, a executiva do Contur, Pricila Gurgel, também falou sobre o turismo na região da Serra e a situação dos hotéis do Sesc no Estado. “Por meio de novas parcerias pudemos crescer em outras áreas as quais não tínhamos dimensão, como os esportes, por exemplo. Com as crises, encontramos novas oportunidades. Atualmente, estamos com uma boa ocupação, dentro da realidade da pandemia, encaixando os pacotes turísticos para algo mais regional, reforçando nosso trade, com um olhar mais interno”, aponta. Pricila ainda comentou sobre as expectativas para o verão. “Existe uma demanda reprimida e precisamos ir atrás dela. Com a chegada do verão, temos um cenário promissor com a grande procura pelos hotéis no Litoral Norte”.

Para o conselheiro José Reinaldo Ritter, a Capital está se recuperando. “Tivemos momentos difíceis, mas a ocupação hoteleira em Porto Alegre está começando a reagir. Embora a tendência é que a o número de hóspedes baixe com a chegada do verão, vemos que o setor de eventos está retornando aos poucos. Começamos com uma ocupação na faixa dos 8% e agora já estamos em 20%”. O coordenador, Manuel Suaréz, está otimista em relação ao cenário. “Na região metropolitana tivemos bons sinais nos meses de outubro e novembro. E agora só temos uma saída: recuperar o movimento e a rentabilidade básica para pagar os custos de operação”.

Na ocasião, a convidada Adriana Hilbig fez uma apresentação falando sobre o trabalho do POACVB. Ela destacou os 23 anos da entidade e mostrou como o setor de eventos está passando por esse momento. “É uma nova etapa e precisamos reinventar a cidade. Enquanto instituição, nos adaptamos criando indicadores, fazendo parcerias, promovendo campanha para os nossos mantenedores, remodelando nossos convênios e até mesmo criando novos canais de comunicação. Temos uma grande expectativa para o próximo ano, já que todos os eventos foram transferidos”. Adriana, também, enfatizou como o Rio Grande do Sul está sendo pioneiro na retomada dos eventos presenciais. “Estamos na vanguarda e precisamos aproveitar isso. Nos unimos para nos beneficiar enquanto Estado e tudo que realizamos até agora teve caráter colaborativo. Precisamos mostrar que é possível retomar”, finalizou a executiva.

A segunda parte da reunião tratou de assuntos legislativos. Catiuce Lopes, do Núcleo Jurídico da Fecomércio-RS, falou sobre o novo decreto do Governo Estadual que flexibiliza a ocupação para setores de turismo com a adesão ao Selo de Turismo. “A adesão ao Selo não tem custo nenhum e pode ser solicitada pelo site do Ministério do Turismo. A certificação também é benéfica para o turista, que vai saber que o estabelecimento está seguindo todos os protocolos”. Catiuce ainda chamou a atenção para observar as portarias e decretos municipais.

Para finalizar, a economista da Federação Giovana Menegotto fez uma análise do Projeto de Lei 3067/2020, que consiste na criação do Programa de Apoio Emergencial ao Setor do Turismo nos Municípios e do Fundo Garantidor Emergencial de Apoio ao Turismo nos Municípios. “O setor do Turismo é um dos mais afetados com a pandemia e todas essas medidas que dão suporte são muito positivas”, acredita a Giovana.

VICE-PRESIDENTE HAMILTON MOURÃO PARTICIPA DE LIVE PROMOVIDA PELO SISTEMA FECOMÉRCIO-RS

Romério Cunha/VPR

O encontro, gratuito e aberto ao público, vai abordar o cenário econômico-político brasileiro

O contexto econômico e político brasileiro será colocado em pauta na tarde do dia 10 de novembro. Na oportunidade, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, irá participar de uma live realizada pelo Sistema Fecomércio-RS. O evento, aberto ao público e voltado para o setor empresarial, acontece às 17h, pelo YouTube da Federação.

Durante o bate-papo, Mourão trará uma visão do Governo Federal acerca de importantes pautas debatidas no contexto político e econômico atual do País, oportunizando à classe empresarial gaúcha, em especial o setor de comércio e serviços, um importante debate, auxiliando os empresários a formarem suas expectativas para um futuro próximo.

Para o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, é compromisso da Entidade estar à frente dos principais debates e eventos do RS. “Atuamos diariamente em prol da comunidade gaúcha e a favor do setor que representamos. Realizar um encontro tão oportuno para a classe empresarial em um momento como o que estamos vivendo, de retração econômica e incertezas, é uma importante entrega da Fecomércio-RS para os gaúchos”, destaca o dirigente.

O General de Exército Antônio Hamilton Martins Mourão é o vice-presidente da República Federativa do Brasil desde 1º de janeiro de 2019. Em sua formação profissional, podem ser relevadas, além da graduação, do aperfeiçoamento e da especialização (paraquedismo e operações na selva), as titulações como Mestre em Operações Militares e como Doutor em Ciências Militares, fruto da realização dos cursos de Altos Estudos Militares e de Política, Estratégia e Alta Administração do Exército na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército.

Link para acessar a Live -> https://cutt.ly/TgClt0d

TAXA DE DESEMPREGO ATINGE 14,4% NO TRIMESTRE ENCERRADO EM AGOSTO

Conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do IBGE, a taxa de desocupação média brasileira foi de 14,4% no trimestre encerrado em agosto de 2020, o maior resultado já registrado desde o início da série histórica em março de 2012. Dessa forma, a taxa avançou ante o trimestre móvel anterior (13,8%) e o trimestre do mesmo período do ano anterior (11,8%)

Relativamente ao mesmo período do ano anterior, a população ocupada encolheu 12,8% (-12,0 milhões), recuo mais expressivo desde o início da série, e a população da força de trabalho disponível se retraiu em 10,1% (-10,7 milhões), segunda maior queda, registrando o menor contingente de ocupados da série histórica. Dessa forma, com uma queda menor na população ocupada do que na força de trabalho, a desocupação avançou de 11,8% para 14,4% em um ano.

O rendimento médio das pessoas ocupadas foi de R$ 2.542,00 no período de junho a agosto de 2020, com aumento de 8,1% em relação à remuneração do mesmo trimestre do ano anterior. Na mesma base de comparação, a massa real de salários teve contração de 5,7%. Dessa forma, o aumento do rendimento médio reflete a diminuição da população ocupada em maior intensidade do que o encolhimento da massa de salários real, indicando que a perda de ocupações foi mais concentrada em trabalhadores com rendimentos médios mais baixos.

O resultado da Pnad Contínua para a taxa de desocupação no trimestre encerrado em agosto reflete o movimento de flexibilização das medidas de restrição para o combate da pandemia do coronavírus, com mais pessoas sem ocupação voltando a procurar emprego. Mesmo assim, um grande contingente de pessoas permanece fora da força de trabalho, o que tem impedido que a taxa de desemprego avance muito mais. Ainda, quanto a ocupação, vale notar que embora tenha registrado novamente contração, a queda no número de ocupados tem perdido força, passando de -1,58% no trimestre encerrado em julho para -0,44% no trimestre encerrado em agosto. Enquanto para os próximos meses espera-se que a taxa de desemprego continue aumentando, revelando a maior busca por emprego, a trajetória da ocupação deve indicar o ritmo da reação do mercado de trabalho, cuja recuperação é peça chave para dar suporte ao crescimento em 2021, que não mais contará com estímulos fiscais.

CRÉDITO SEGUIU EM EXPANSÃO EM SETEMBRO

 

 

 

 

 

Em setembro, o estoque total de crédito do sistema financeiro nacional (incluindo recursos livres e direcionados) teve variação de 1,9% frente a agosto, e registrou avanço de 13,1% em relação a setembro de 2019. Com isso, o saldo totaliza R$ 3,8 trilhões, conforme divulgado pelo Banco Central. Como proporção do PIB, o montante total de crédito atingiu 52,8%. Na região Sul, para operações iguais ou superiores a R$ 1 mil, o saldo total de crédito em julho foi de R$ 746,4 bilhões, com variação de 2,9% frente ao mês anterior e crescimento de 16,6% na comparação interanual.

As concessões de crédito livre tiveram alta de 3,4% em setembro na comparação com agosto, na série com ajuste sazonal. Em relação a setembro de 2019, as concessões com recursos livres aumentaram 0,7%, com variação de 0,9% para pessoas físicas e de 0,5% para pessoa jurídica. No acumulado em 12 meses, em relação ao ano passado, as concessões cresceram 6,2%, resultado das altas de 11,7% para pessoa jurídica e de 1,4% para pessoa física.

A taxa média de juros para as operações de crédito com recursos livres teve variação de -0,9 pontos percentuais (p.p.) em setembro, registrando 25,7% ao ano. O resultado teve influência do recuo de 1,0 ponto percentual na taxa às famílias, que atingiu 38,0%, e da queda de 0,7 p.p. na taxa às empresas, que marcou 11,4%. A inadimplência superior a 90 dias, também para as operações com recursos livres, foi menor que a do mês anterior ao registrar 3,1%, com a inadimplência das famílias em 4,6% e das empresas em 1,6%.

Desde o começo da pandemia, na perspectiva das empresas, enquanto o crédito livre para capital de giro foi o principal destaque e teve forte expansão desde março, a reação forte no crédito direcionado veio depois. Porém, aconteceu e deixam clara a importância dos programas e das medidas adotadas pelo governo e pelo banco central para dar suporte ao crédito durante a crise, com expansão de 49,6% no trimestre do saldo de outros créditos direcionados, com avanço expressivo dos novos empréstimos a partir de julho – refletindo o volume de recursos disponibilizado via Pronampe. Embora os dados não indiquem quanto da demanda foi atendida, o saldo do crédito total para micro, pequena e médias empresas teve alta de 28,1% em 12 meses; para grandes empresas, a elevação foi de 12,6%.

FECOMÉRCIO-RS APOIA CAMPANHA SOBRE OS MALEFÍCIOS DA COMPRA DE PRODUTOS FALSIFICADOS

Divulgação Grupo de Proteção à Marca – BPG

 

A Fecomércio-RS, como representante das empresas do comércio de bens, serviços e turismo no Rio Grande do Sul, apoia mais uma iniciativa em prol do setor, da economia gaúcha e, também, dos empresários e dos mais de 546 mil estabelecimentos que representa. A Federação é uma das apoiadoras da campanha “As Falsificações saem mais caras. Eu compro Produtos Originais”.

Lançada no Brasil em 2019 pelo Grupo de Proteção à Marca – BPG, a iniciativa teve apoio do Conselho Nacional de Combate à Pirataria (CNCP) e tem previsão de lançamentos contínuos, com adesão de entidades públicas ou associações privadas.

O movimento alerta sobre os malefícios da compra de produtos falsificados e foi criado em razão de um Memorando de Entendimento firmado com a Business Action to Stop Counterfeiting and Piracy (BASCAP), vinculada à International Chamber of Commerce (ICC), para cooperação mútua entre as associações em projetos de conscientização.

Leia mais em www.ibuyreal.org

 

VICE-PRESIDENTE HAMILTON MOURÃO PARTICIPA DE LIVE PROMOVIDA PELO SISTEMA FECOMÉRCIO-RS

Romério Cunha/VPR

O encontro, gratuito e aberto ao público, vai abordar o cenário econômico-político brasileiro

O contexto econômico e político brasileiro será colocado em pauta na tarde do dia 10 de novembro. Na oportunidade, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, irá participar de uma live realizada pelo Sistema Fecomércio-RS. O evento, aberto ao público e voltado para o setor empresarial, acontece às 17h, pelo YouTube da Federação. 

Durante o bate-papo, Mourão trará uma visão do Governo Federal acerca de importantes pautas debatidas no contexto político e econômico atual do País, oportunizando à classe empresarial gaúcha, em especial o setor de comércio e serviços, um importante debate, auxiliando os empresários a formarem suas expectativas para um futuro próximo.

Para o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, é compromisso da Entidade estar à frente dos principais debates e eventos do RS. “Atuamos diariamente em prol da comunidade gaúcha e a favor do setor que representamos. Realizar um encontro tão oportuno para a classe empresarial em um momento como o que estamos vivendo, de retração econômica e incertezas, é uma importante entrega da Fecomércio-RS para os gaúchos”, destaca o dirigente.

O General de Exército Antônio Hamilton Martins Mourão é o vice-presidente da República Federativa do Brasil desde 1º de janeiro de 2019. Em sua formação profissional, podem ser relevadas, além da graduação, do aperfeiçoamento e da especialização (paraquedismo e operações na selva), as titulações como Mestre em Operações Militares e como Doutor em Ciências Militares, fruto da realização dos cursos de Altos Estudos Militares e de Política, Estratégia e Alta Administração do Exército na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército.

PARTICIPE DA LIVE

Quando: 10/11/2020 (terça-feira)

Horário: 17h

Canal do Youtube: Acesse neste link-> https://youtu.be/pZsE8knCYPo

 

ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS ESTADUAIS TEM DESEMPENHO POSITIVO EM SETEMBRO

A arrecadação dos impostos estaduais totalizou R$ 3,44 bilhões em setembro no Rio Grande do Sul. O valor é 10,6% (R$ 330 milhões) superior ao apurado no mesmo período de 2019, em números atualizados pelo IPCA. O desempenho corrobora o cenário de retomada da atividade econômica, com variação positiva nos três impostos de competência estadual ao longo do último mês: o ICMS (Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual, Intermunicipal e de Comunicação), o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) e o ITCD (Imposto sobre Transmissão “Causa Mortis” e Doação de Quaisquer Bens e Direitos).

Após um primeiro trimestre com 3,6% de crescimento real, a arrecadação de impostos estaduais no RS sofreu com o impacto da pandemia, apurando quedas de 14,3% em abril, 26,2% em maio, 12,4% em junho e 5,5% em julho. Em agosto, o indicador voltou a apresentar variação positiva na ordem de 1,3%, movimento que foi acentuado em setembro. Com os números, o resultado acumulado (janeiro a setembro) em 2020 agora é de -3,9%, ou seja, R$ 1,18 bilhão a menos que no mesmo período do ano passado.

O mês de setembro teve um resultado expressivo. Os próximos meses serão fundamentais para consolidar essa tendência de recuperação, tanto sob o ponto de vista da evolução da pandemia quanto da arrecadação, que pode ter sido impactada por uma espécie de efeito rebote das vendas represadas anteriormente”, salienta Ricardo Neves Pereira, subsecretário da Receita Estadual.

Para seguir o movimento e acelerar a retomada, a grande aposta do fisco gaúcho é a implementação da agenda Receita 2030, que consiste em 30 iniciativas para modernização da administração tributária gaúcha, com repercussão positiva no ambiente de negócios e no desenvolvimento do Estado. Para outubro, a expectativa é que a arrecadação de impostos estaduais siga em patamares positivos de variação.

Visando incrementar a precisão das previsões e robustecer a tomada de decisão, a Receita Estadual vem monitorando em tempo real o comportamento dos principais indicadores econômico-fiscais do Rio Grande do Sul, inclusive com publicação de boletins quinzenais no site de transparência da Instituição, o Receita Dados (http://dados.receita.fazenda.rs.gov.br/publicacoes/boletim-informativo). Além disso, outra medida implementada é o incremento do acompanhamento e do relacionamento com entidades e contribuintes dos mais diversos setores econômicos, por meio dos Grupos Especializados Setoriais (GES).

Visão por imposto: ICMS, IPVA e ITCD

Após cair 15,0% em abril, 28,6% em maio, 13,9% em junho e 5,3% em julho, o ICMS, principal tributo a nível estadual, registrou crescimento de 1,7% em agosto. Em setembro, o desempenho seguiu melhorando: +9,8% de variação, em números atualizados pelo IPCA. No acumulado de janeiro a agosto, entretanto, ainda há redução real de 4,4%.

Na mesma linha, em setembro o IPVA apresentou desempenho 17,9% acima do registrado em 2019. Assim, o tributo segue com resultado acumulado positivo em 2020, na ordem de 2,3% frente ao ano passado.

Outro destaque do mês de setembro foi o resultado do ITCD. O imposto apurou variação positiva pela primeira vez desde o início da pandemia, com um resultado 58,8% superior a 2019. Com isso, o imposto agora acumula queda de 14,6% no ano.

Metodologia da Análise Comparativa

A análise comparativa considera os ajustes decorrentes da antecipação de receitas no final de 2018. Na ocasião, para incrementar o fluxo de caixa, possibilitar o pagamento dos servidores e o atendimento das necessidades básicas da população, R$ 347 milhões de ICMS que seriam arrecadados em janeiro de 2019 foram antecipados para os últimos dias de dezembro de 2018. Dessa forma, a mudança no fluxo de caixa afeta a comparação da arrecadação acumulada entre 2020 e 2019. Além disso, a análise ajustada também considera a apuração do IPVA pelo Regime de Competência, que apropria as receitas ao período a que se referem. Caso não fossem feitos esses ajustes, o total dos três impostos estaduais indicaria queda na ordem de -2,9% em valores reais (ao invés de -3,9%).

Para acessar o Receita Dados e conferir informações diárias e em tempo real sobre arrecadação, documentos eletrônicos, combustíveis, entre outros, clique aqui.

Fonte: Receita Estadual RS

PARCELAMENTO DE ICMS RELATIVO AO PERÍODO DA COVID-19 JÁ ESTÁ DISPONÍVEL NO SITE DA RECEITA ESTADUAL

A Receita Estadual está disponibilizando condições especiais para que os contribuintes com débitos de ICMS vencidos entre abril e setembro de 2020, quando os impactos da Covid-19 foram mais acentuados, possam regularizar a situação perante o fisco. A iniciativa permite o parcelamento dos valores devidos em até 60 meses, sem necessidade de apresentação de garantias e de entrada mínima de 6% do valor da dívida. A adesão deve ser feita de maneira virtual, por meio do site da Receita Estadual, entre 13 de outubro e 30 de novembro, que também é a data-limite para pagamento da parcela inicial.

 

A possibilidade, constante na Instrução Normativa RE Nº 078/2020, abrange os créditos tributários provenientes do ICMS, declarados em GIA, GIA-ST ou DeSTDA, vencidos entre 1º de abril de 2020 e 30 de setembro de 2020. A medida administrativa visa incentivar a regularização dos contribuintes e facilitar o parcelamento, proporcionando fôlego ao fluxo de caixa das empresas e auxiliando no enfrentamento da pandemia, sem abrir mão dos valores devidos aos cofres públicos. “Não se trata de um programa com descontos, mas sim de um parcelamento dos débitos de forma mais facilitada que normalmente, mantendo os acréscimos por atraso”, explica Luis Fernando Crivelaro, subsecretário adjunto da Receita Estadual.

 

Clique aqui para saber mais sobre as condições e as instruções para o parcelamento.

Fonte: Receita Estadual do RS