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Consumidores têm altas expectativas sobre experiência digital durante a pandemia

Uma pesquisa Global da Experian, divulgada em dezembro, mostra que os consumidores têm expectativas mais altas sobre sua experiência digital do que antes da pandemia de Covid-19. A espera por segurança e conveniência somada ao aumento da demanda por pagamentos, serviços bancários e compras online estão fazendo com que empresas repensem a jornada do cliente.

As organizações estão acelerando suas iniciativas de transformação digital para atender às necessidades individuais dos consumidores, mas é importante que elas avaliem se estão se adaptando com a mesma rapidez esperada pelos clientes no ambiente online. Segundo o estudo, as empresas devem considerar que:

• A maioria dos consumidores se adaptaram aos canais digitais e planejam aumentar suas transações online;
• Os clientes vão abandonar as transações financeiras online se não forem rapidamente correspondidos;
• A pandemia acelerou a adesão dos pagamentos sem contato;
• As pessoas estão mais preocupadas em proteger seus dados financeiros do que outros tipos de informações pessoais.

As informações fazem parte do Relatório Global Insights da Experian setembro/outubro 2020, que ouviu 3 mil consumidores e 900 empresas em 10 países (Austrália, Brasil, França, Alemanha, Índia, Japão, Cingapura, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos). Essa é a segunda de três pesquisas que integram um estudo amplo sobre o impacto da pandemia de Covid-19 no comportamento dos clientes e nas estratégias de negócios.

FONTE: Serasa Experian e Fecomércio-RS

Primeira reunião do Combate à Informalidade tem como pauta contrabando e pirataria

Ilegalidades com cargas de cigarro e lavagem de dinheiro são os crimes mais recorrentes de acordo com o delegado, Cristiano Luis da Rocha Gobbo.

A Comissão de Combate à Informalidade (CCI) teve sua primeira reunião de 2021 na manhã desta quarta-feira (20) conduzida pelo coordenador e presidente do Sindilojas Regional Bento, Daniel Amadio, e abordaram a questão do contrabando e pirataria com o chefe da Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários da Delegacia Regional de Investigação e Combate ao Crime Organizado/SR/PF/RS, Cristiano Luis da Rocha Gobbo. O evento aconteceu de forma virtual.

Em um mercado paralelo que movimenta R$ 12 trilhões em 2017 de tributos sonegados, o crime organizado avança. Na avaliação do delegado, a maior incidência está relacionada a crimes de contrabando de cigarro e lavagem de dinheiro no Estado. Neste levantamento, o contrabando de óculos de sol está entre a quinta ocorrência de apreensões, representando 2,7% do total. “Só uma pequena parcela de produtos ilegais é apreendida. O lucro do revendedor pode chegar até 900%. A Fabricação é do Paraguai, estimulada pela diferença de tributos”, aponta Cristiano.

O óculos de sol no país vizinho tem uma tributação de apenas 10%. Já no Brasil é de 44%. Em valores, o preço no Paraguai é de R$ 44,50 e em São Paulo é de R$ 144,83. “A rentabilidade das mercadorias é entre 119.9% e 246,38%. Este fator estimula a estruturação das organizações com a setorização, via conexão junto ao PCC”. Sacoleiros e pequenos comerciantes ficaram preteridos pelas organizações.

O delegado comenta ainda que é necessário avançar na Legislação, uma vez que existe a argumentação jurídica entre contrabando e descaminho para reconhecimento da ilegalidade quando da atuação de estouro de depósitos. “Então, o trabalho acontece no sentido inverso, ou seja, a partir da identificação da lavagem de dinheiro em descompasso com a renda do criminoso”, finaliza. O encontro contou com a participação dos membros 16 entidades empresariais.

Percentual de famílias endividadas foi de 71,6% em dezembro

Percentual de pessoas com contas em atraso e sem condições de pagar suas dívidas em atraso caem em dezembro, entretanto o quadro pode mudar em 2021

A pesquisa realizada pela CNC, divulgada pela Fecomércio-RS em 8 de janeiro, que avalia as percepções de Endividamento e Inadimplência dos consumidores gaúchos (PEIC-RS) evidenciou os impactos da crise sobre as famílias do Rio Grande do Sul. O número de famílias endividadas foi de 71,6% na edição de dezembro, ao passo que em dezembro de 2019 esse valor foi de 66,2%. Contudo, ao observar a média em 12 meses e compará-la com o mesmo período do ano de 2019 evidencia-se uma queda, tendo o indicador ido de 67,2% aos atuais 65,2%. No último trimestre do ano, porém, a média aumentou para 71,5%. Esse movimento demonstra a queda abrupta do consumo das famílias desse ano, e aponta para uma maior pressão sobre o orçamento das famílias no fim do ano. Ainda, na análise por grupos de renda, na comparação interanual, as famílias com menos de 10 salários mínimos (SM) mensais inflaram o indicador de endividamento, tendo este ido dos 67,4% em dezembro de 2019 para 75,7% em dezembro de 2020. Esse movimento foi oposto ao das famílias com renda superior a 10 SM, em que o indicador foi de 61,3% para 54,6%.

A inadimplência é medida pelo indicador de contas em atraso. Este indicador era de 28,0% em dezembro de 2019 e encerrou  2020 em 26,4%. Ao observar a média em 12 meses, percebe-se o crescimento de contas em atraso, que passou de  22,2% em  2019 para 28,1% em 2020. Apesar do aumento, os últimos dados têm apresentado reduções e não é elevado em termos históricos. Em termos de renda, 30% das famílias de menor renda disseram ter contas em atraso em dezembro de 2020. Esse percentual foi de 13,9% para as famílias com mais de 10 SM de renda mensal.

O percentual de famílias que afirmam não possuir condições de pagar suas contas em atraso dentro dos próximos 30 dias foi de 9,6%, um dos menor percentuais da série histórica. Esse resultado refletiu a diminuição ao longo do ano no indicador para ambos os grupos de renda. Essa redução reflete uma certa organização das famílias em função da crise que implementou muitas restrições ao consumo. Entretanto, esse quadro pode mudar em 2021.  “Em um ano em que o consumo sofreu fortes reduções, o aumento do endividamento das famílias de renda mais baixa é sinal de alerta para uma possível piora da inadimplência em um ano em que não há, pelo menos por enquanto, medidas de sustentação a renda, como em 2020.” comentou o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

 

Fonte: Fecomércio-RS

Pix: Eventos do Sistema Comércio analisaram o novo meio de pagamento

A CNC disponibilizou informações em seus canais e realizou debate virtual com especialistas e executivos do Banco Central

O Banco Central lançou em novembro um novo sistema de pagamentos e transferências chamado Pix, com a expectativa de revolucionar a maneira como pessoas físicas e jurídicas lidam com dinheiro e pagam suas contas.

Funciona de forma parecida com as transferências DOC e TED, só que de maneira mais simples do que é feito hoje. O diferencial é que o dinheiro passa do pagador ao recebedor de forma praticamente imediata. As transações são compensadas instantaneamente. O sistema não tem restrições, podendo ser acessado a qualquer hora ou dia da semana, conhecido como 24×7. Apenas nos casos em que houver suspeita de fraude, os pagamentos ou transferências podem demorar até 30 minutos para serem verificados.

O envio de pagamentos é gratuito, pode ser feito para bens, serviços e salários, inclusive para entes governamentais. Também é ilimitado para todas as pessoas físicas, empresários individuais e microempreendedores individuais (MEIs). Para fins comerciais, há uma tarifação no recebimento da transação, a cargo da instituição financeira.

A palavra dos especialistas

Por enquanto, ainda é necessário ter acesso à internet, mas o Banco Central prevê que o serviço off-line esteja disponível em 2021. Antes de funcionar plenamente, o sistema passou por uma fase de testes que durou 12 dias antes da operação e foi restrito para que as instituições financeiras pudessem testar seus sistemas.

Para tirar dúvidas iniciais sobre o Pix, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) disponibilizou informações em seus canais e realizou eventos com especialistas e executivos do Banco Central. No dia 20 de outubro, no podcast Um Negócio pra te Contar, o entrevistado foi o chefe de Subunidade no Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do Banco Central do Brasil, Breno Lobo. O especialista trabalha na área de sistema de pagamentos do banco há 14 anos e coordenou o projeto de implantação do Pix. Num bate papo simples, ele contou um pouco sobre o serviço.

As transações podem ser feitas pelos aplicativos de bancos e de pagamentos para telefone celular ou pelo internet banking em computadores. O sistema também ganha velocidade porque não é necessário informar todos os dados do beneficiário. Os usuários do serviço podem cadastrar de uma até cinco chaves associadas a uma conta bancária, como o CPF, o CNPJ, o número do celular, o endereço de correio eletrônico (e-mail) ou um código de 32 dígitos gerado especificamente para o Pix (EVP). Basta informar a chave do beneficiário para que o sistema localize o recebedor do pagamento e realize a transação.

Evento on-line

Atenta às novidades do mercado e sobre como essa nova modalidade pode impactar na vida dos empresários, a CNC realizou, no dia 27 de novembro, um evento online e gratuito sobre esse novo sistema, com a participação de especialistas do Banco Central e economistas do Sistema Comércio, que esclareceram as principais dúvidas sobre o funcionamento do Pix.

O encontro virtual reuniu centenas de empresários, dirigentes de Federações e sindicatos de todo o Brasil, que tiraram dúvidas sobre o funcionamento do PIX. “Para nós, é uma oportunidade poder informar, esclarecer e mostrar todas as funcionalidades para o setor de comércio e serviços”, frisou o diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do Banco Central, João Manoel de Pinho Mello.

Na abertura, o presidente da CNC, José Roberto Tadros, reforçou que o sistema é uma opção valiosa para pessoas e empresas, pagarem e receberem suas contas, e otimizarem o fluxo de caixa. “Nesse momento em que o mundo caminha para o digital, o Pix oferece mais uma opção rápida e atrativa de pagamento”.

Cenário

Já são 735 instituições financeiras participantes do Pix, e até o dia 27 de novembro, já haviam sido registradas 90 milhões de chaves. A agenda do sistema ainda prevê: o Sac Pix para o varejo, que possibilita aos comerciantes devolver troco em dinheiro, caso o cliente necessite. O QR Code que auxilia aqueles que não têm grandes pacotes de internet e podem salvar um código de barras no celular, para ser escaneado no momento da transação. E ainda o Pix Garantido, que permite pagar parcelado, desde que a modalidade seja ofertada pela instituição financeira.

Para o chefe da Divisão Econômica da CNC, Carlos Thadeu de Freitas Gomes, o Brasil caminha para a moeda digital e o mais importante é mostrar a segurança desse sistema. “O Banco Central e o comércio estão unidos pela garantia de pagamento”, disse.

Segurança

O chefe adjunto do Departamento de Competição e Estrutura do Mercado Financeiro do Banco Central, Carlos Brandt, afirmou que o sistema de pagamentos vai proporcionar redução de custos, ganho de eficiência e inclusão financeira. “O Pix é extremamente seguro, com uma plataforma robusta e marcadores de possíveis fraudes, além de operações rastreáveis, o que dificulta a aplicação de golpes”, explicou.

O economista da Fecomércio-SP, Fabio Pina, acredita que o e-commerce pode ser potencializado pelo PIX. “Existe uma questão de abandono de produtos nos carrinhos virtuais que será minimizada. Sabemos que parte das compras na internet é feita por impulso e, quanto mais fases tiver para concluir o pagamento, incluir o cartão ou escolher o boleto, maior a desistência”. Para Pina, o PIX deve se tornar uma das modalidades de pagamento mais utilizadas nos próximos anos e a “a CNC faz bem em avançar no entendimento de qualquer modalidade de pagamento”, concluiu.

Fonte: CNC e Fecomércio-RS

Perspectiva de acomodação no varejo

No RS, setor avançou 6,5% em relação a outubro do ano passado

Na série dessazonalizada, o varejo restrito no Rio Grande do Sul, formado por oito segmentos (*) teve uma variação de 0,7%. Já em relação a outubro do ano passado, avançou 6,5%. Com estes resultados, o acumulado em 12 meses foi de queda de -0,9%. Em setembro, esse acumulado foi de -1,6%, segundo dados do IBGE interpretados pela assessoria econômica da Fecomércio-RS. No Varejo Ampliado (**), foi verificada alta de 1,5% ante o mês anterior. Em relação a outubro de 2019, a alta foi de 2,2%, vindo de um aumento de 4,2% no mês anterior. Dessa forma, o volume de vendas do Varejo Ampliado registrou no acumulado em 12 meses uma queda de 4,0% no Rio Grande do Sul.

Analisando o Varejo Restrito gaúcho em comparação com o mesmo mês do ano anterior, dos oito segmentos contemplados na pesquisa, quatro tiveram resultado positivo: Móveis e eletrodomésticos (12,3%), Hipermercados e supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (8,3%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (12,0%) e Artigos farmacêuticos, médicos e ortopédicos (12,3%). Das quatro atividades que tiveram retração frente a outubro do ano passado, destaque para Tecidos, vestuário e calçados, que, embora tenha registrado uma queda menor que a verificada em setembro, teve contração de 7,1% em outubro; Combustíveis e lubrificantes (-2,2%) e Equipamento e materiais para escritório (-33,6%) também tiveram perdas. No Varejo Ampliado, a atividade de veículos, motos, partes e peças intensificou as perdas de -10,7% para de -18,2%, enquanto no segmento de materiais de construção houve aumento de 18,0%, sexta alta seguida.

Os dados da PMC seguem mostrando a recuperação do varejo com mais uma alta na margem e na comparação anual tanto para o Brasil quanto para o RS. Os dados por setor na comparação mensal para o Brasil mostram, com única exceção de móveis e eletrodomésticos, variação positiva difundida nos setores, em linha com o avanço da retomada gradual do movimento com o avançar das flexibilizações. Nos dados acumulados do ano, porém, fica evidente a desigualdade da retomada no varejo, que é ainda mais evidente no caso gaúcho: enquanto hipermercados e supermercados acumulam alta de 7,7% e materiais de construção de 6,3%, vestuário acumula contração de 33,2%, veículos e peças automotivas -23,5% e combustíveis de -6,5%.

Para os próximos meses, porém, além do difícil quadro do mercado de trabalho combinado com as incertezas que permeiam os efeitos do fim dos programas de suporte a renda e ao crédito do governo, ou seja, quando a economia terá de caminhar por suas condições reais, soma-se as consequências do novo avanço da pandemia sobre as famílias e sobre os próprios negócios – ameaçados de terem de funcionar sob restrições na época do ano mais importante para o varejo que, nesse ano atípico, representa a oportunidade dos setores mais afetados diminuírem seus prejuízos.

* Varejo Restrito
1. Combustíveis e lubrificantes
2. Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo
3. Tecidos, vestuário e calçados
4. Móveis e eletrodomésticos
5. Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos
6. Livros, jornais, revistas e papelaria
7. Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação
8. Outros artigos de uso pessoal e doméstico

**Varejo Ampliado
1. Combustíveis e lubrificantes
2. Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo
3. Tecidos, vestuário e calçados
4. Móveis e eletrodomésticos
5. Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos
6. Livros, jornais, revistas e papelaria
7. Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação
8. Outros artigos de uso pessoal e doméstico
9. Veículos, motocicletas, partes e peças
10. Material de construção

PL 246 / 2020 – Sindilojas quer redução das alíquotas, dos gastos públicos e o fim da DIFA

Estas e outras reivindicações formalizadas em documento enviado pela entidade a todos deputados estaduais, tenta impedir que o Projeto de Lei seja aprovado

 

“A atual carga tributária gaúcha é um fardo às empresas e aos cidadãos. É inaceitável a continuidade das atuais alíquotas. O prejuízo à economia do Rio Grande do Sul, ainda mais num ano de crise sem precedentes, será irreversível se medidas não forem tomadas. É urgente reduzir as alíquotas e os gastos públicos, além de dar fim a DIFA”, defende o presidente do Sindilojas Regional Bento, Daniel Amadio, que assina um documento enviado a todos os deputados estaduais, chamando a atenção dos parlamentares para evitar a aprovação do Projeto de Lei 246/2020 enviado pelo Governo do Estado.

 

Entre 2010 e 2017, a carga total de tributos estaduais representou 8,7% do PIB gaúcho, percentual significativamente superior ao de outros estados da Região Sul como Paraná com 7,8% e Santa Catarina com 7,9%, além de São Paulo com 7,5%. Com a elevação das alíquotas de ICMS, prevista para os próximos anos, o impacto será drástico no planejamento das empresas que já se encontram em sérias dificuldades de sobrevivência.

 

Ao mesmo tempo, o Sindilojas reconhece pontos favoráveis no PL como o Código e o Conselho de Boas Práticas Tributárias, o Programa de Estímulo à Conformidade Tributária (“Nos Conformes RS”), a redução da alíquota intracadeia (interna) de ICMS e consequente fim da cobrança de diferencial de alíquota (Difal) em aquisições de mercadorias provenientes de outros estados por parte de empresas gaúchas. No entanto, e entidade entende que tudo isso é insuficiente para suplantar os prejuízos à economia do Rio Grande do Sul.

 

No documento, o Sindilojas também relaciona medidas sugeridas para a diminuição dos gastos públicos como a privatização da CEEE, que irá regularizar o pagamento de ICMS que vem sofrendo inadimplemento recentemente (no balanço da estatal, ao fim de 2019, a dívida de ICMS da empresa se aproximava de R$ 3 bilhões, com fluxos anuais próximos a R$ 1 bilhão) e o fim da contrapartida do setor público ao plano de saúde de servidores (cerca de R$ 600 milhões anuais). A Reforma da Previdência de servidores militares com impacto estimado em cerca de R$ 300 milhões anuais, uma Emenda constitucional para limitar o repasse de recursos aos Poderes à receita efetiva e a revisão da aplicação do teto salarial constitucional do setor público também fazem parte das reivindicações, assim como a digitalização de serviços públicos, de modo a reduzir a taxa de reposição de servidores.

 

Outro ponto destacado pelo Sindilojas é a necessidade de apoio a PEC Emergencial 186/2019 que dispõe de medidas permanentes e emergenciais de controle do crescimento das despesas obrigatórias e de reequilíbrio fiscal. Caso aprovada, permitirá ao Rio Grande do Sul e demais estados corte nos salários e na carga horária de servidores públicos, bem como a suspensão de progressão para os servidores. A manutenção integral do Simples Gaúcho também é defendida pelo Sindicato.

Alerta ao Varejo

O comércio varejista de Bento Gonçalves pode trabalhar aos domingos. Isso porque não existe Convenção Coletiva ou Acordo Coletivo em vigor. Além disso, a cidade possui uma Lei Municipal que permite o trabalho neste dia da semana, assim como a Lei Federal 10.101/2000. Da mesma forma, a Justiça do RS entende que a proibição do comércio em domingos por Lei Municipal é inconstitucional, implicando em hostilidade ao valor social do trabalho, do desenvolvimento, da livre iniciativa, da expansão econômica e da melhoria da qualidade de vida da cidade.

 

O que a empresa precisa cumprir é o repouso semanal remunerado dos empregados que trabalharem aos domingos, além da folga pelo menos um domingo no período máximo de quatro semanas, além de seguir as normas da CLT. Considerar interesses de uma empresa somente, no caso de um Acordo Coletivo, por exemplo, é afetar toda a coletividade, além de gerar um custo desnecessário para esta empresa.

 

Entendemos, ainda, que as empresas não são obrigadas a pagar compulsoriamente quaisquer espécies de bônus, salvo se for de forma espontânea, negociada entre empresa e empregado.

BANDEIRA VERMELHA Comércio seguirá aberto

Flexibilização das medidas emergenciais pelo Governo do Estado é vista pelo Sindilojas como reconhecimento de injustiça cometida ao setor no início da pandemia

 

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A Serra Gaúcha está na Bandeira Vermelha. Não era o que o comércio varejista de Bento Gonçalves queria ouvir, ainda mais na principal época de vendas do ano. Mesmo assim, o Sindilojas Regional Bento entende que ao menos com a flexibilização dos protocolos, não haverá mais um lockdown. O Governador do Estado do RS, Eduardo Leite, anunciou a suspensão temporário da cogestão, mas flexibiliza medidas emergenciais pedindo maior responsabilidade da população.

“O Governo do Estado corrigiu uma injustiça. Sim, porque o comércio não é responsável pelas contaminações. Abrir, mesmo que com limitações é melhor do que voltar a fechar. Mas, lamentamos que o comércio não essencial tenha que reduzir seu atendimento justamente no melhor mês de vendas do ano. Certamente, os prejuízos serão irreversíveis”, destaca o presidente do Sindilojas Regional Bento, Daniel Amadio.

O novo protocolo define que o comércio varejista não essencial de rua e de shopping atue com 50% de seus trabalhadores com atendimento presencial restrito até às 20h, além de 50% da capacidade para clientes. Fica permitido o comércio eletrônico, tele entrega e drive thru. Para itens essenciais o percentual de funcionários fica em 50%. Este protocolo é aplicado para todo o Estado não tendo mais a influência do município. Entretanto, ainda podem ocorrer mudanças.

A intenção do Governo do Estado é manter este protocolo por duas semanas, a fim de que se possa chegar ao Natal com menos restrições. Entretanto, isso vai depender muito da conscientização das pessoas, fator que o próprio Governador pontuou como determinante uma vez que já são oito meses de pandemia. Segundo ele, as pessoas estão cansadas das restrições, os dias estão mais longos, o final do ano está chegando, o período é de encontros, está mais calor e existe a perspectiva da vacina. Tudo isso leva as pessoas a relaxarem. Cabe destacar, que a vacina será disponibilizada, inicialmente, aos grupos de risco e profissionais expostos ao contágio.

Amadio reforça o que o Sindilojas vem pedindo desde março, para que lojistas, comerciários e consumidores sigam os protocolos de segurança, tenham auto cuidado, usem máscara, higienizem as mãos, façam distanciamento físico e tenham responsabilidade. “Cada um precisa fazer a sua parte. É uma luta de todos. É bom lembrar que a fiscalização será reforçada e que o não uso da máscara, por exemplo, pode trazer transtornos tanto para lojistas quanto para consumidores com a aplicação de multas e penalidades”, ressalta.

E-Book traz dicas para se relacionar pelo WhatsApp

Este é o sexto livro digital lançado pelo Sindilojas Regional Bento para associados

 

Com a pandemia do Coronavírus, as empresas, especialmente as do varejo, intensificaram o uso do WhatsApp no negócio. Entretanto, nem sempre a adoção desta ferramenta é ordenada, podendo jogar contra o empresário. Neste sentido, o Sindilojas Regional Bento acaba de lançar o e-Book ‘Dicas #SOUSINDI para se relacionar melhor no WhatsApp’. O material reúne 25 conselhos selecionados para ajudar no relacionamento com clientes ativos e em potencial.

 

O livro digital, com 31 páginas, é simples, didático e objetivo, com fácil interpretação. O conteúdo foi pensado para ser útil a diversos segmentos como vestuário, calçados, materiais de construção, supermercados, farmácias, brinquedos, eletrodomésticos, restaurantes, floriculturas, presentes, entre outros. Disponibilizado de forma gratuita às empresas associadas, assim como os outros cinco criados durante a pandemia, o e-Book fortalece a necessidade de adotar estratégias para o uso da ferramenta. A interação é fundamental para o sucesso da relação. Afinal, o conteúdo mão pode satisfazer apenas uma das partes.

 

O presidente da entidade, Daniel Amadio, explica que foi preciso se reinventar, buscando soluções mais práticas e de rápido entendimento e aplicação, para ajudar as empresas a enfrentar o momento vivido. “O varejo precisa se adaptar com maior agilidade aos novos hábitos do consumidor. Desenvolver estes conteúdos parece uma ação simples, mas que exerce grande transformação em cada negócio”, destaca.

 

O e-Book já foi enviado a todos os associados, assim como os demais que seguem à disposição das empresas no site www.sindilojasbg.com.br, na seção Covid-19.

 

E-Books Sindilojas Regional Bento

Como vender mais pelo WhatsApp

Vendas pelo WhatsApp Business

Como Vender em Tempos de Covid-19

Como evitar crimes pelo WhatsApp

Como evitar fraudes pela Internet

Dicas #SOUSINDI para se relacionar melhor no Whatsapp

Dicas como se relacionar no WhatsAPP

132 EMPRESAS ASSOCIADAS PARTICIPAM DO NATAL BENTO 2020

NATAL BENTO 2020

O Natal Bento é a gente que faz.

Por isso, nós, do Sindilojas, mobilizamos 132 empresas associadas para participar desse movimento que se repete todos os anos.

Mesmo com máscara, por vídeo ou por tele entrega, no final, a gente sabe que vai fazer do melhor jeito: o nosso.

Que este Natal Bento seja uma noite para iluminar o ano inteiro.

Confira aqui a lista completa das empresas participantes!