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2021 traz mudanças nas regras do ICMS

Alíquota geral cai meio ponto percentual, antecipação é dispensada e isenção é mantida para empresas enquadradas no Simples Nacional

O ano de 2021 começou com algumas mudanças na legislação do Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para as empresas gaúchas. Desde o dia 1º de janeiro, a alíquota geral passou de 18% para 17,5%, conforme a Lei número 15.576/2020, do Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

Também foi dispensada a cobrança de antecipação do ICMS, neste caso a partir do dia 1º de abril, devido a noventena constitucional que determina que a aplicação das alterações não podem ser imediatas, nas aquisições estaduais de mercadorias destinadas à comercialização ou industrialização, sempre que a diferença entre a alíquota interna e a interestadual seja igual ou inferior a 6%. Fica, então, mantido o diferencial de alíquota nas aquisições que vierem com taxa de 4% no caso de produtos importados. Já as empresas do Simples Nacional com alíquota interestadual de 12%, não terão mais o diferencial nas aquisições.

Quanto aos benefícios fiscais para as empresas do Simples Nacional fica mantida a isenção do ICMS para as que acumularam nos 12 meses anteriores ao período de apuração, faturamento bruto igual ou inferior a R$ 360 mil. As demais terão uma pequena elevação na alíquota mensal, na forma da Lei Complementar número 123/2006. Portanto, não será aplicável no Estado as reduções do ICMS a partir do exercício de 2021. O esclarecimento foi feito pelo Beltrami Contabilidade, escritório que atende o Sindilojas Regional Bento.

Para o presidente da entidade, Daniel Amadio, as mudanças ficaram distantes do desejado. “Não foi o que esperávamos dentro de uma redução da carga tributária estadual como um todo. Os principais itens de serviço não tiveram nenhuma alteração e a alíquota geral não teve a mudança que esperávamos, com um desconto maior. Para comemorar, o fim da DIFAL que beneficia micro e pequenas empresas optantes pelo simples. Ficou a promessa de uma revisão no próximo ano para avançar em nossos pleitos”.

Planejamento 2021: o cenário pós-pandemia. O que é já possível planejar para o próximo ano

O ano que terminou deixa desacomodada toda e qualquer certeza para o que chega. Sem saber o que aconteceria dali a uma semana, empresários tiveram que contar com a esperança, o otimismo e uns com os outros no difícil 2020. Entretanto, a dificuldade acelerou processos, propiciou o diálogo e o trabalho conjunto. Nunca se trabalhou tanto para atravessar uma das maiores crises econômicas e sociais já registradas no último século, especialmente em um país com desigualdades como Brasil.

Dentro do espectro preditivo, a retomada pede cautela, o Rio Grande do Sul sofre com um desempenho menor do que a média nacional, agravado pela estiagem. E, no mundo, o PIB (Produto Interno Bruto) de nove em cada 10 países fecha 2020 no negativo. Aos poucos, o emprego vem mostrando recuperação. Na previsão do economista-chefe da CDL POA, Oscar Frank, a recuperação da economia gaúcha deverá ser gradual e lenta e, dependendo do cenário do agronegócio em 2021, o PIB gaúcho pode não recuperar o que perdeu em 2020. De acordo com Frank, a indústria deverá performar pouco, mas melhor do que 2020; a agropecuária deverá ser resiliente. Para 2021, a inflação deverá se acomodar, na meta de 3,75%, controlada com juros baixos. O câmbio deve fechar 2021 a R$ 5,10. O crescimento contratado do PIB será com uma alta de 2,3%, a depender dos avanços, como as reformas econômicas, diminuição da burocracia, melhoria do capital humano, além da continuidade da retomada econômica e do cenário internacional.

No Brasil, ao longo de 2020, o comércio conseguiu resultados melhores do que a indústria e o setor de serviços. Segundo Frank, o segmento contou com os programas de sustentação de renda do Governo Federal e algumas ações como o delivery, por exemplo, ajudaram. De acordo com dados da Cielo, drogarias e farmácias, supermercados e lojas de materiais de construção se beneficiaram com a realocação de gastos derivada do isolamento social. Por outro lado, os setores não essenciais, como vestuário, bares e restaurantes, sofreram uma queda muito grande. No mercado de trabalho, 11 milhões de pessoas estão sem ocupação no País e este impacto foi maior no Rio Grande do Sul.

Para 2021, a expectativa é de que seja um ano muito desafiador e difícil. O interior gaúcho deve permanecer em situação melhor do que a Região Metropolitana, mesmo com a seca e a perda de produtividade, devido ao valor das commodities que estão em alta. Por outro lado, a Região Metropolitana deverá sofrer com a descontinuidade da ajuda governamental e é possível que o segundo semestre seja mais preocupante.

Portanto, a recomendação para 2021 é a preservação do caixa com medidas como ‘não empatar o dinheiro em estoques’ e negociar contratos com fornecedores, especialmente os aluguéis, que tiveram o IGPM ajustado em 25%. A participação social também é extremamente bem-vinda, com ajuda mútua entre entidades e governos, a palavra é contribuir, de modo a dividir responsabilidades, pois saúde e economia devem andar juntas.

 

Fonte: CDL POA

4 categorias para prestar atenção no e-commerce em 2021

Com a consolidação do e-commerce no pós-pandemia (crescemos 39% no 1º trimestre de 2020, de acordo com a Webshoppers), as lojas físicas devem apostar cada vez mais num modelo omnichannel que use o O2O (Offline to On-line) para otimizar seus estoques e aumentar sua lucratividade.

E isso será uma questão de sobrevivência no varejo daqui para frente. Porque a pandemia mudou o comportamento do consumidor que dificilmente voltará “ao normal”.

Antes, grande parte do dia era dedicado às atividades externas, como trabalho, academia, visitas aos amigos e idas ao supermercado. Na pandemia, as pessoas passaram a adaptar essas atividades para o modelo remoto e usaram a internet como canal viabilizador.

Uma pesquisa da Nielsen aponta que 13% da população comprou na internet pela primeira vez em 2020. Outro estudo da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), indica que 70% da população pretende comprar mais em sites e aplicativos mesmo com retomada do comércio.

Nos EUA, a procura por equipamentos de ginástica, por exemplo, cresceu 500%, já a de eletroportáteis aumentou 800% e os kits para churrasco saltaram 200%, segundo a Gfk.

No Brasil não é diferente: o e-commerce se fortaleceu em 2020 e deve voltar a crescer entre 40% e 50% nos próximos meses, de acordo com o E-Commerce na Prática. Pensando nesse contexto, a Lexos reuniu categorias-tendências para investir em 2021

Novas categorias do e-commerce

A pandemia inverteu prioridades de venda. Vimos smartphones darem lugar às bananas, cosméticos darem lugar aos brinquedos, entre outras categorias que antes não tinham tanto destaque – pelo menos não nessa época e proporção.

Por isso, de agora em diante, vale a pena prestar atenção a algumas categorias de venda online como:

1. Supermercados on-line

O Brasil é um fenômeno em vendas online de supermercados desde 2012 – cerca de 46% dos brasileiros já compravam itens de mercearia e limpeza online. E essa tendência aumentou na pandemia quando vivemos o boom do delivery. Uma pesquisa nacional feita pela consultoria Ebit/Nielsen, entre os dias 19 e 25 de março, mostrou:

> Crescimento de 96% no “varejo de autosserviços” (que são os supermercados);

​> No mesmo período, todo o comércio digital subiu 13%;

> A participação dos mercados no setor foi de 4% para 7%.

Hoje, das 50 maiores redes de supermercados do país, apenas 18 possuem e-commerces em suas plataformas online. Algumas redes como o Grupo GPA (Pão de açúcar e Extra), Carrefour, Irmãos Mufatto, Savegnago e Sonda funcionam como marketplaces, por isso a dica é verificar qual deles faz sentido para suas vendas e fazer a integração para vender online em suas plataformas.

2. Brinquedos

A categoria Brinquedos e Jogos chegou a registrar aumento de 434,70%, segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abecomm), brinquedos e jogos, logo no início do isolamento – no período de 15 a 28 de março, comparada a quinzena anterior. A média de gasto por compra (ticket médio) ficou em R$ 179,26.

Muito por conta do fechamento das escolas e creches, os pais tiveram que se reinventar para distrair e entreter os filhos. Apesar da volta gradativa às aulas, possivelmente a categoria continuará bem forte.

Em indústrias como a Estrela, por exemplo, o crescimento das vendas pelo e-commerce passou dos 400%, cenário que se repete com relação aos dados da Bahia. Entre os itens vendidos pela marca estão o Super Banco Imobiliário, seguido pelo Jogo da Vida, Eu Sou?, Jogo da Mesada.

Marcas como RiHappy, Bmart e Le biscuit investem cada vez mais no online. A opção de compra online e retirada de produtos nas lojas da RiHappy cresceu bastante nos últimos 12 meses e já respondia por 40% das vendas do e-commerce.

Nos primeiros cinco dias de fechamento do comércio, a plataforma permitiu que 20 cidades contassem com entregas expressas de brinquedos. Um mês depois, já eram 60 lojas operando no ship from store e com vendas tanto pelo e-commerce quanto pelo WhatsApp.

Integrar os estoques da loja física com as vendas online (tanto no e-commerce próprio quanto no marketplace) será essencial para proporcionar essa experiência omnichannel esperada pelos clientes. Há ainda outras possibilidades interessantes como criar pacotes de assinatura para itens essenciais, como papel higiênico e produtos de limpeza e ainda oferecer o compre online e retire na loja.

3. Itens para home office

Daqui pra frente o home office deverá continuar firme e forte. Algumas empresas já adotaram o modelo de forma 100% integral, outras estão funcionando de forma híbrida (com escalas de trabalho presencial).

Essa mudança alterou também os benefícios oferecidos pelas empresas aos seus funcionários.

Um levantamento realizado pela fintech Vee com 8 mil profissionais de 110 companhias clientes detalha a mudança no uso do pacote de benefícios, como vale alimentação, refeição, cultura, saúde e mobilidade, na quarentena. Também aponta para um aumento, entre as empresas da amostra, da concessão de um auxílio home office, para custear custos com internet, por exemplo, dos funcionários que estão trabalhando em casa.

Antes da quarentena, a categoria de refeição representava 57,2% da movimentação com o cartão da Vee e atualmente constitui apenas 15,78%.

O uso com mobilidade também caiu, passando de 9,5% para 3,67% após a pandemia. Entre as categorias que cresceram, está a de alimentação, que passou de 20,2% para 36,7% de toda a movimentação do cartão de benefícios flexíveis.

Segundo esse mesmo estudo, o valor gasto com itens ou despesas praticadas durante o regime de trabalho remoto cresceu 189% comparado ao período pré-pandemia. Essas empresas estão dando, em média, R$ 83 para cada funcionário custear, por exemplo, linha telefônica ou pacote de internet, ou ainda comprar um móvel e equipamento para o home office. Em média, esse valor equivale a 4 dias do valor total de benefícios concedidos por cada empresa por mês.

E isso se reflete também no comportamento de consumo. De acordo com dados da consultoria IDC Brasil, o número de computadores vendidos no 1° trimestre de 2020 no país foi de 1,47 milhão de unidades. O resultado evidencia uma alta de 16% em relação ao mesmo período em 2019.

Pensando nisso, em 2021 vale entender as necessidades do cliente em relação ao home office. Que produtos ele já adquiriu? Quais ainda faltam? Vendê-los por meio dos principais marketplaces como Mercado Livre e B2W Marketplace pode ser uma ótima ideia, já que os consumidores estão acostumados a procurar por estes produtos nesses canais.

4. Mercado pet

Outro setor que cresceu na pandemia foi o de produtos para pet. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), o setor deve faturar cerca de R$ 22,3 bilhões neste ano.

Isso acontece porque os pet shops não precisaram fechar durante a pandemia, já que são considerados serviços essenciais. Além disso, com o isolamento social, as pessoas passaram a adotar mais bichos de estimação já que ficariam mais tempo em casa.

Dentro deste mundo de oportunidades, o segmento de alimentação o mais promissor. Esse filão representa cerca de dois terços do segmento pet. Ainda segundo a Abinpet, no ano passado, essa fatia do mercado movimentou 16,4 bilhões de reais.

A principal tendência deve ser os alimentos de maior teor proteico e snacks mais funcionais. Segundo a Euromonitor, uma vez que os produtos para animais de estimação estão intimamente relacionados a uma preocupação crescente com a qualidade de vida dos animais de estimação, os donos de animais dedicam mais despesas a esta categoria, dispostos a fornecer conforto extra com produtos que não eram itens prioritários durante o período de crise, por exemplo, camas para animais.

À medida que a tendência de humanização dos animais de estimação se intensifica, os gastos com sua saúde e conforto tendem naturalmente a aumentar, especialmente quando os consumidores finalmente passam a ter acesso a itens mais caros e não essenciais.

Além disso, os clubes de assinatura de petiscos e brinquedos também são modelos interessantes para explorar neste segmento do e-commerce pensando nesse cenário do consumidor remoto.

*com informações da Lexos ERP.

Fonte: New Trade – O Portal do Comércio e Fecomércio-RS

Fonte: New Trade – O Portal do Comércio

Alerta ao Varejo

O comércio varejista de Bento Gonçalves pode trabalhar aos domingos. Isso porque não existe Convenção Coletiva ou Acordo Coletivo em vigor. Além disso, a cidade possui uma Lei Municipal que permite o trabalho neste dia da semana, assim como a Lei Federal 10.101/2000. Da mesma forma, a Justiça do RS entende que a proibição do comércio em domingos por Lei Municipal é inconstitucional, implicando em hostilidade ao valor social do trabalho, do desenvolvimento, da livre iniciativa, da expansão econômica e da melhoria da qualidade de vida da cidade.

 

O que a empresa precisa cumprir é o repouso semanal remunerado dos empregados que trabalharem aos domingos, além da folga pelo menos um domingo no período máximo de quatro semanas, além de seguir as normas da CLT. Considerar interesses de uma empresa somente, no caso de um Acordo Coletivo, por exemplo, é afetar toda a coletividade, além de gerar um custo desnecessário para esta empresa.

 

Entendemos, ainda, que as empresas não são obrigadas a pagar compulsoriamente quaisquer espécies de bônus, salvo se for de forma espontânea, negociada entre empresa e empregado.

Mesmo on-line, Comissão de Combate à Informalidade segue atuando

Reunião contou com a participação do especialista em crimes de alta tecnologia, Paulo Lino

 

O coordenador da Comissão de Combate à Informalidade, Daniel Amadio, também vice-presidente da Fecomércio-RS e presidente do Sindilojas Regional Bento, mesmo à distância, vem conduzindo os trabalhos voltados à conscientização e luta contra este problema que atinge diretamente o varejo. A frente da reunião on-line realizada nesta quarta-feira, 4 de outubro, o dirigente contou com a participação do especialista em crimes de alta tecnologia e responsável pelo combate à pirataria nas marcas HP e Samsung, Paulo Lino.

 

Lino trouxe uma visão das ações importantes a serem realizadas pelas empresas para o resultado efetivo de combate à falsificação e pirataria. O especialista elencou três importantes aspectos, como a conscientização da população, as alterações legislativas e a fiscalização. “Comprar produto falsificado é quase que cultural. Precisamos trabalhar ativamente para mudar essa visão e, por meio de legislações e fiscalização contínua, conseguiremos minimizar os impactos no dia a dia das empresas”, destacou.

 

Ele também apresentou exemplos de práticas que precisam ser incorporadas na rotina das pessoas e empresas. “Precisamos identificar/saber como a pirataria afeta o nosso negócio. A importação é de produtos acabados ou de componentes? A manufatura é, muitas vezes, realizada dentro do país e não são somente produtos oriundos da China e outros países”, explicou. Segundo ele, o poder público tem capacidade operacional restrita e limitada. “Não podemos esperar, temos que fazer o que resolve o nosso problema. Precisamos saber as rotas de origem e as entradas dos produtos falsificados. Todo esse trabalho de mapeamento da informação é fundamental, é um trabalho de inteligência que nos dá um resultado mais efetivo para o problema”, enfatiza.

 

Amadio aproveitou o momento para apresentar as proposições que foram formuladas pela Comissão ao longo do ano e o andamento de cada assunto, como o Projeto de Lei CECOI, a adesão da Fecomércio-RS ao Guia de Boas Práticas no e-commerce, do Conselho Nacional de Combate à Pirataria e o apoio ao Grupo de Proteção à Marca – BPG.  “Poder ampliar a nossa atuação junto aos órgãos competentes mostra a importância de criarmos debates sobre o assunto, com o objetivo de fortalecer o comércio e mostrar para os nossos representados o papel atuante da Federação”, destaca Amadio.

 

Embasando a conversa, o assessor parlamentar Lucas Schifino atualizou os participantes sobre a tramitação do Projeto de Lei que regulamenta a realização de feiras eventuais e temporárias de vendas de produtos e mercadorias a varejo no RS e o PL 15/2020, que institui o Conselho Estadual de Combate à Informalidade no Estado – CECOI.

 

Por fim, a gerente do Núcleo Jurídico Tributário da Fecomércio-RS, Tatiane Correa, falou sobre a Reforma Tributária do RS, que não teve andamento e o debate atual das alíquotas de ICMS, que se faz necessário um alinhamento interestadual, para o RS ser mais competitivo.

Sindilojas passa a atender sem fechar ao meio-dia

Flexibilização no horário de atendimento facilita rotina dos associados

 

Oferecendo serviços como consulta de crédito através do SCPC/Boa vista, autenticações bancárias pelos bancos Sicredi e Banrisul, planos de telefonia, locação de salas e muitos benefícios dentro da saúde e educação, o Sindilojas Regional Bento disponibiliza aos seus associados uma rotina ainda mais fácil, passando a atender sem fechar ao meio-dia.

 

Tendo em vista esse período pandêmico, a entidade se adaptou e mudou o horário de funcionamento de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 18h, para melhor atender seus associados. Dessa maneira, os atendimentos são mais rápidos e flexibiliza para os comerciantes que estão trabalhando com a equipe reduzida, podendo aproveitar o horário de almoço para realizar algum serviço no Sindicato.

 

Além disso, o Sindilojas Regional Bento conta com seu aplicativo para celulares Android/iOS, que proporciona ainda mais praticidade ao associado, podendo consultar documentos, convênios e acompanhar as notícias da entidade. O Sindicato está localizado na rua Júlio de Castilhos, 79, Centro de Bento Gonçalves e o telefone para contato é (54) 3055-2030.

Sindilojas alerta associados para golpes na Internet

Entidade desenvolveu dois e-books exclusivos para alertar empresas e comunidade

 

O aumento no número de golpes pela Internet, especialmente em relação a clonagem de WhatsApp, levou o Sindilojas Regional Bento a desenvolver mais dois E-Books reunindo informações importantes sobre os cuidados que empresários e consumidores devem ter ao usar essas ferramentas.

 

O primeiro, ‘Como evitar crimes pelo WhatsApp’, já está sendo enviado às empresas associadas com o objetivo de alertar os lojistas e suas equipes, assim como clientes, sobre alguns casos que vêm ocorrendo e como se tornar imune a eles. “A dependência do WhatsApp atraiu a atenção de criminosos que arquitetam golpes para roubar dinheiro, obter informações e praticar outros crimes. É muito importante ficar atento a essas dicas simples, mas que podem evitar grandes transtornos e prejuízos”, destaca o presidente do Sindilojas Regional Bento.

 

O material didático, de fácil compreensão, é um compilado de informações para saber se o WhatsApp foi clonado, como restaurá-lo, o que fazer neste caso, como se proteger, além de trazer versões alternativas de aplicativos e dicas sobre cupons e descontos faltos, além de outras armadilhas.

 

O segundo ‘Como evitar fraudes pela Internet’ traz um problema que aumentou significativamente, ainda mais agora com a pandemia, período em que empresas e consumidores têm se utilizado de diversas ferramentas para se informar, pesquisar, comprar e vender. Entre as principais dicas está a cautela em relação a promoções mirabolantes, além de chamar a atenção para a idoneidade do canal, contatos, certificação digital, textos corretos, reputação da empresa, indicações, dispositivos seguros e comprovante à mão.

 

Desde o início da pandemia, o Sindilojas Regional Bento já criou cinco e-books com o objetivo de auxiliar seus associados em diversas frentes para o enfrentamento.

 

E-Books

Como vender mais pelo WhatsApp

Vendas pelo WhatsApp Business

Como Vender em Tempos de Covid-19

Como evitar crimes pelo WhatsApp

Como evitar fraudes pela Internet

Coronavírus – Serra Gaúcha ganha mais autonomia com novo Decreto Estadual

Gestão compartilhada no enfrentamento a Covid-19 reconhece esforços dos municípios, beneficiando a flexibilização do comércio que luta para driblar o momento

 

“Ganhamos uma injeção de ânimo”, comemora o presidente do Sindilojas Regional Bento, Daniel Amadio, ao se referir ao Decreto Estadual Número 55.435, anunciado pelo Governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, nesta terça, 11 de agosto. O texto traz alterações que não atendem 100% dos pleitos do varejo, mas que contemplam parcialmente os pedidos formulados pelas entidades representativas, o que já é um alento para quem passa a ter maior flexibilização do negócio, podendo manter as portas abertas mesmo que com protocolos de segurança em ação.

 

“Agora podemos trabalhar de forma mais unida na cidade, com menos dependência do Estado, que segue atestando a liberação. Tenho certeza que esta conquista é simplesmente o reconhecimento dos esforços de Bento Gonçalves e municípios do entorno, que trabalham incessantemente no enfrentamento ao novo Coronavírus, garantindo um sistema de saúde melhor para todos que precisam”, destaca Amadio.

 

O Decreto mantém a classificação de zoneamento para o distanciamento controlado, assim como reitera a declaração de estado de calamidade público, mas traz algumas mudanças. Uma delas é a maior autonomia aos municípios, permitindo a criação de protocolos regionais, desde que aprovados por dois terços dos integrantes e que contenha um plano estruturado de prevenção e enfrentamento à pandemia. Ambos devem vigorar por meio de Decreto Municipal.

 

ALTERAÇÕES DO DECRETO ESTADUAL Nº 55.435

  1. A região COVID deverá criar protocolo regional para ser utilizado por todos os Municípios da área, mediante a aprovação de 2/3 dos integrantes, contendo ainda plano estruturado de prevenção e enfrentamento à epidemia (modelo técnico padrão).
  2. Os protocolos e o plano deverão vigorar no Município por meio de decreto, cujo conteúdo será formulado por equipe técnica capacitada de âmbito regional.
  3. Remessa do plano ao COE, que não tem previsão de recebimento, veto, alteração ou qualquer outra medida em relação ao conteúdo definido pelas regiões.
  4. Estado manterá sua rotina de bandeiras semanais e a região pode absorver a indicação da coloração ou adotar seus protocolos próprios com bandeira anterior a divulgada pelo Governo. Ex.: Estado divulga bandeira vermelha e região delibera usar seus protocolos próprios para bandeira laranja, que não podem ser mais flexíveis do que a laranja do Estado.
  5. A região pode adotar critérios mais restritivos em áreas específicas por decisão previamente estabelecida no plano/protocolo, caso constatada a necessidade.
  6. Os municípios podem seguir o protocolo das bandeiras do Estado ou os protocolos das bandeiras da regional Covid. Se o Município entender melhor, pode ser ainda mais restritivo que o Estado e a região.

WhatsApp Business – E-Book Volume 2 ainda mais didático

Gratuita para associados, ferramenta dá o
passo a passo para quem deseja usar o aplicativo para incrementar as vendas

Recursos
exclusivos para vender e sem custo. Este é o principal chamariz do WhatsApp
Business, que vem sendo adotado por grande parte das micro e pequenas empresas.
O aplicativo gratuito para download permite criar catálogo para exibir produtos
e serviços, conectando a empresa com seus clientes de um jeito fácil, com
recursos capazes de automatizar, classificar e agilizar as relações e, consequentemente,
as vendas. Alinhado com as novas tendências do comportamento do consumidor,
ainda mais em tempos de pandemia, o Sindilojas Regional Bento está
disponibilizando aos seus associados de forma gratuita um E-Book específico
para quem deseja utilizar o WhatsApp Business para vender mais.

O
Volume 2, ainda mais didático, ensina o lojista a instalar o aplicativo,
mostrando o passo a passo da operação de maneira simples e didática. São 12
passos ilustrados com imagens de cada tela. O WhatsApp é o novo canal de
E-Commerce, além de ser o aplicativo de mensagens mas utilizado atualmente no
mundo. “Toda mudança gera conflito, mas quanto mais resistirmos a ela, mais
tempo estaremos perdendo, deixando de vender. Precisamos inovar, estar em todos
os canais possíveis, oferecendo aos nossos clientes mais opções de uma forma
facilitada”, destaca o presidente do Sindilojas Regional Bento, Daniel Amadio.

O
Volume 1, compartilhado há 15 dias, esclarece qual a melhor versão para cada
negócio, apresentando oito super dicas que contemplam temas como WhatsApp Web,
respostas automáticas e etiquetas, criação de catálogos, grupos e listas de
transmissão, cuidados com o spam, construção de audiência, como criar uma
campanha de vendas e uso de gatilhos mentais de vendas. O material está sendo
enviado pelo whats e por e-mail a todos os associados.

Sete
funções úteis do WhatsApp Business

Conta
comercial com localização do negócio

Catálogo
de produtos

Mensagem
de ausência e mensagem de saudação

Respostas
rápidas

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