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Dicas tributárias em tempos de Covid-19: uma luz no fim do túnel

Em tempos de pandemia que assola nosso planeta, um dos maiores problemas enfrentados pelo empresariado brasileiro, após a manutenção da folha de pagamento da empresa, sem sobra de dúvidas é a manutenção do caixa da empresa, o que fazer para garantir a continuidade das atividades da empresa com as contas batendo a porta, seja com o aluguel do espaço, seja com o pagamento dos fornecedores, ou mesmo o pagamento dos tributos de competência dos meses em que as atividades encontram-se sobrestadas.

Hoje traremos algumas informações que pode lhes ajudar a ganhar um fôlego no caixa da empresa e assim se organizar para superar as dificuldades emergentes decorrentes da covid-19.

Quanto às obrigações principais tributárias;

  • I – O governo federal editou medidas que visa postergar o vencimento de alguns tributos federais, quais sejam PIS, COFINS e INSS patronal, todos por meio da Portaria ME nº 139/2020.
  • II – Prorrogação do recolhimento do FGTS dos meses de abril, maio e junho, podendo ser quitado o acumulado em ate 6 vezes a partir de mês de julho e vencimento no dia 7 de cada mês, MP nº 927/2020
  • III – Prorrogação do recolhimento para o simples nacional (MEI), simples nacional quanto aos tributos federais e simples nacional quanto aos tributos Estaduais e Municipais, Resolução CGSN nº 154/2020.
  • IV – Redução das alíquotas do IOF (alíquota zero entre 03/04/2020 e 03/07/2020), Decreto nº 10.305/2020.

Quanto às obrigações acessórias tributárias;

  • V – Prorrogação do prazo para entrega da DCTF, da EFD Contribuições e da Declaração do Imposto de Renda, IN RFB nº 1.932/2020
  • VI – Prorrogação do prazo para entrega da Defis (simples nacional) e da DASN-Simei (MEI), Resolução CGSN nº 153/2020.

Além das medidas informadas acima, outras medidas podem ser utilizadas para ajudar o caixa da empresa a respirar, a exemplo da substituição dos depósitos judiciais (já realizados) em garantia a execução fiscal por seguros garantia bancário, a aplicação de algumas tecnologias jurídicas objetivando a suspensão da exigibilidade de tributos, recuperação de tributos, o afastamento de algumas exigências tributárias inconstitucionais ou ilegais, um planejamento tributário inteligente, entre outras possibilidades que dependem de um estudo caso a caso.

Se alguma destas informações pode lhe ajudar a continuar as atividades de sua empresa, nos consulte nas tomadas de decisões estratégicas neste momento.

Atenciosamente,

Paulo Roberto Tramontini,

TRAMONTINI ADVOGADOS ASSOCIADOS.

Medidas que devem ser seguidas pelo comércio

DECRETO Nº 10.506, DE 16 DE ABRIL DE 2020.
(DÉCIMO DECRETO MUNICIPAL CORONAVÍRUS)

DOS ESTABELECIMENTOS EMPRESARIAIS, DO COMÉRCIO, DA
INDÚSTRIA E DOS SERVIÇOS EM GERAL
Art. 23. Fica autorizada a abertura para atendimento ao
público dos estabelecimentos comerciais situados no âmbito
do Município de Bento Gonçalves, a contar do dia 16 de abril
de 2020.
§ 1º Os estabelecimentos comerciais no âmbito do Município
de Bento Gonçalves, deverão obrigatoriamente adotar as
seguintes medidas: Baixe aqui

Comércio de Bento ganha apoio de Pasin e abre hoje

Decreto Municipal com rígidos protocolos de segurança ao combate a Covid-19 é fruto da união entre o Poder Público, Sindilojas Regional Bento e CDL

O anúncio feito pelo Governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, na tarde desta quarta-feira, 15, prorrogando o Decreto 55.154 até o dia 30 de abril para o comércio de Bento Gonçalves, gerou a indignação do setor na cidade. Assim que o anúncio foi feito, o presidente do Sindilojas Regional Bento, Daniel Amadio, entrou em contato com o prefeito Guilherme Pasin, que prontamente abraçou a causa por ser contrário a decisão do Estado com base em dados epidemiológicos que comprovam que a cidade tem plenas condições de reabrir o comércio. Hoje, às 11h15min, Pasin lançou o Decreto 10.506, de 16 de abril de 2020, de abertura do comércio com as novas determinações.

Ainda ontem às 21h, Amadio participou de uma reunião produtiva no Gabinete do Prefeito Pasin, juntamente com os presidentes da CDL, Marcos Carbone, e da Câmara de Vereadores, Rafael Pasqualotto, além do Procurador Geral do Município, Sidgrei Spassini e do Secretário da Saúde, Diogo Segabinazzi Siqueira. Durante o encontro, Pasin compartilhou um vídeo contestando a posição do Governo do Estado. “Temos condições de reabrir os nossos setores de forma muito regrada, organizada, preservando sempre a vida de cada um. Estamos negociando algumas possibilidades porque os dados garantem buscar esta flexibilização”, garantiu.

Hoje pela manhã, às 8h30min, Pasin esteve em reunião com o Governador Eduardo Leite, e desta conversa, aliada ao forte trabalho de ontem à noite, resultou o Decreto Municipal que concede a abertura do comércio ainda nesta quinta-feira, 16 de abril. O texto traz uma série de recomendações que devem ser seguidas, entre elas o uso de máscaras, muito enfatizado pelo Chefe do Executivo, além de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) como luvas e a disponibilização de álcool em gel 70%. “Vamos retomar a economia reduzindo os impactos e garantindo emprego e renda para nossa população. Este é um jogo que precisamos jogar juntos e a responsabilidade é de cada um, garantindo ou não a continuidade destes serviços”, frisou Pasin.

As lojas poderão liberar a entrada de clientes proporcionais ao número de atendentes. Já nas Academias, haverá a necessidade de que cada monitor seja responsável por três clientes a cada momento. Buffets ficam liberados, desde que um funcionário sirva as pessoas, evitando que as mesmas manipulem talheres e outros objetos da mesa. Já em rodízios, além dos atendentes utilizarem máscaras e luvas, também será necessário reduzir as mesas do salão pela metade, aumentando a distância entre elas.

Para Daniel Amadio, esta é uma conquista de todos. “O Sindilojas não mediu esforços para que isso acontecesse. Estivemos dioturnamente envolvidos, buscando soluções e formas de enfrentar esta situação da melhor maneira possível. E o prefeito se mostrou bem preocupado com o setor, sendo grande parceiro”, destaca.

Recomendações para a retomada gradual do comércio em Bento Gonçalves

Recomendações para a retomada gradual do comércio em Bento Gonçalves, segundo Ofício nº 085/2020 – GAB, de 13 de abril de 2020, assinado pelo prefeito de Bento Gonçalves, Guilherme Rech Pasin, endereçado ao Sindilojas Regional Bento.

Os estabelecimentos comerciais e de serviços poderão, a partir desta terça-feira, 14 de abril, manter o serviço de recebimento de pagamento de títulos decorrentes de vendas já realizadas, na modalidade de crediário, carnês, talões e outros títulos semelhantes de cobrança, podendo para tanto receber no interior do estabelecimento apenas um cliente por vez, ficando proibida a aglomeração de pessoas, que deverá adotar todas as medidas necessárias de higiene e prevenção do contágio, nos seguintes termos:

  • Trabalhar em regime fechado, somente com atendimento por agendamento ou presencialmente cadenciado o atendimento dos clientes sendo um por vez ou por estação de atendimento;
  • Higienizar, após cada cliente, durante o período de atendimento e sempre quando do início do novo atendimento, as superfícies de toque (mesas, balcão, equipamentos, caixa registradora, teclados, canetas, etc.), preferencialmente com álcool líquido ou álcool em gel, ambos 70% (setenta por cento) ou outro produto adequado;
  • Higienizar, preferencialmente após cada utilização ou, no mínimo a cada 3 horas, durante o período de funcionamento e sempre quando do início das atividades, os pisos, as paredes e o banheiro, preferencialmente com água sanitária ou outro produto adequado;
  • Manter à disposição, na entrada do estabelecimento e em local de fácil acesso, álcool em gel 70% para a utilização dos clientes e dos funcionários do local;
  • Manter locais de circulação e áreas comuns com sistemas de ar condicionados limpos (filtros e dutos) e, obrigatoriamente, manter pelo menos uma janela externa aberta ou qualquer outra abertura, contribuindo para a renovação do ar;
  • Manter disponível “kit” completo de higiene de mãos nos sanitários de clientes e funcionários, utilizando sabonete líquido, álcool em gel 70% e toalhas de papel não reciclado;
  • Manter materiais administrativos higienizados e devidamente individualizados de forma a evitar a contaminação cruzada;
  • Adotar sistemas de escalas, de revezamento de turnos e de alterações de jornadas, para reduzir fluxos, contatos e aglomerações de seus funcionários;
  • Diminuir o número de estações de trabalho ocupadas no estabelecimento e garantir o distanciamento interpessoal de, no mínimo, 2 metros;
  • Fazer a utilização, se necessário, do uso de senhas ou outro sistema eficaz para evitar filas ou aglomerações de pessoas;
  • Manter fixado, em local visível aos clientes e funcionários, de informações sanitárias sobre higienização e cuidados para a prevenção do Covid-19;
  • Instruir seus empregados acerca da obrigatoriedade da adoção de cuidados pessoais, sobretudo da lavagem das mãos ao fim de cada turno e cada atendimento, da utilização de produtos assépticos durante o desempenho de suas tarefas, como álcool em gel 70%, da manutenção da limpeza dos instrumentos de trabalho, bem como o modo correto de relacionamento com o público no período de emergência de saúde pública decorrente do Covid-19;
  • Afastar, imediatamente, em quarentena, independentemente de sintomas, pelo prazo mínimo de 14 dias, das atividades em que existia contato com outros funcionários ou com o público, todos os empregados que regressarem de localidades em que haja transmissão comunitária do Covid-19, conforme Boletim Epidemiológico da Secretaria da Saúde, bem como aqueles que tenham contato ou convívio direto com caso suspeito ou confirmado;
  • Afastar, imediatamente, em quarentena, pelo prazo mínimo de 14 dias, das atividades que existia contato com outros funcionários ou com o público todos os empregados que apresentam sintomas de contaminação pelo Covid-19;
  • Não serão convocados trabalhadores que se enquadrem no grupo de risco ou que coabitam com pessoas deste grupo.

Sindilojas monta aparato para ajudar associados

Negociações setoriais, representatividade, suporte e o compartilhamento de dicas e documentos são ferramentas que a entidade disponibiliza aos associados para o enfrentamento da Covid-19

Enquanto o varejo está em quarentena, o Sindilojas Regional Bento tem sido incansável no sentido de buscar soluções para minimizar os impactos do Coronavírus nos negócios dos associados. A atuação vai além da negociação emergencial da Convenção Coletiva Extraordinária que tratou de férias e banco de horas em tempos de Covid-19, compilando e compartilhando dicas de especialistas e documentos importantes para este enfrentamento.

“Estamos usando todos nossos canais disponíveis para informar e orientar nossos associados. Dispomos de uma ampla rede de especialistas, principalmente em Economia, junto a Fecomércio-RS, e todo este conhecimento está sendo compartilhado pelas redes sociais, site, e-mail e whatts”, destaca o presidente do Sindilojas Regional Bento, Daniel Amadio. No site www.sindilojasbg.com.br, na seção Notícias, é possível acompanhar as ações da entidade, bem como documentos, especialmente Portarias emitidas em razão da pandemia.

De forma prática e com uma linguagem acessível, uma série de posts começou dia 18 de março e se estenderá enquanto houver necessidade, sugerindo, mais do que nunca, ações estratégicas e atenção a detalhes que fazem muita diferença. A entidade também está disponibilizando lives com economistas e advogados, além de sugerir o site www.fecomercio-rs.org.br que criou o portal Perto de Você, com atividades gratuitas e mais de 60 cursos de formação profissional.

PORTARIA 139/2020

✅ CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA – Posterga o prazo de recolhimento das contribuições previdenciárias das competências de março e abril de 2020, que deverão ser pagas no prazo de vencimento das contribuições devidas nas competências de julho e setembro de 2020, respectivamente.

✅ PIS/COFINS – Posterga o prazo de recolhimento do PIS e da COFINS das competências de março e abril de 2020, que deverão ser pagas no prazo de vencimento das contribuições devidas nas competências de julho e setembro de 2020, respectivamente.

➡️ INSTRUÇÃO NORMATIVA 1.932/2020

✅ DCTF –  Prorroga a apresentação da DCTF para o 15º (décimo quinto) dia útil do mês de julho de 2020, das DCTF originalmente previstas para serem transmitidas até o 15º (décimo quinto) dia útil dos meses de abril, maio e junho de 2020

✅ EFD CONTRIBUIÇÕES – Prorroga a apresentação da EFD-Contribuições para o 10º (décimo) dia útil do mês de julho de 2020, das EFD-Contribuições originalmente previstas para serem transmitidas até o 10º (décimo) dia útil dos meses de abril, maio e junho de 2020, inclusive nos casos de extinção, incorporação, fusão e cisão total ou parcial.

PROGRAMA EMERGENCIAL DE MANUTENÇÃO DO EMPREGO – MP 936/20

CONSIDERAÇÕES INICIAIS

O valor atual do seguro desemprego varia de R$ 1.045,00 a R$ 1.813,03 O Benefício será pago pela União para o empregado que tiver redução de jornada e de salário superior à 25% ou suspensão do contrato de trabalho, pelos prazos previstos na MP (até 90 dias para redução; até 60 dias para a suspensão).

BENEFÍCIO EMERGENCIAL DE MANUTENÇÃO DO EMPREGO

Benefício pago pela União para o empregado que tiver redução de jornada e de salário superior à 25% ou suspensão do contrato de trabalho, pelos prazos previstos na MP (até 90 dias para redução; até 60 dias para a suspensão).

Valor do benefício: 25%, 50%, 70% ou 100% do valor base que será o valor do seguro desemprego que o empregado teria direito.

Aplica-se o percentual de redução de jornada ao valor base. No caso da suspensão, o valor é 100% do valor base para os empregadores em geral, de 70% do valor base para as empresas com faturamento superior a R$ 4,8 milhões.

Exemplo: Empregado recebe R$ 2.800,00 e tem a jornada reduzida em 50%. Receberá 50% do salário (R$ 1.400,00) e 50% (R$ 522,50 a R$ 906,52) do benefício de seguro desemprego a que teria direito.

O benefício não é pago para o empregado que também é servidor público, empregado público ou tem mandato eletivo. Também não será devido para quem já recebe aposentadoria, auxílio doença, salário maternidade, seguro desemprego ou bolsa qualificação.

REDUÇÃO DE JORNADA

O empregado permanece exercendo a atividade, mas com jornada reduzida. A empresa continua pagando o salário proporcional. O salário-hora não pode ser reduzido.

Mantém os benefícios voluntários do empregador, como seguro saúde e vale alimentação.

A empresa pode complementar a renda com uma ajuda complementar de natureza não salarial, sugiro na forma do art. 457 § 2º da CLT (tipo prêmios e abonos), pois não integram a remuneração do empregado e não se incorporam ao contrato de trabalho não incidindo quaisquer encargos trabalhistas e previdenciários. QUEM PODE REDUZIR?

Qualquer empregador privado, incluindo pequenas e grandes empresas, microeempreendores individuais, empregador doméstico, pessoas físicas, pessoas jurídicas sem fins lucrativos. A MP não se aplica aos órgãos públicos, empresas públicas e subsidiárias e organismos internacionais. QUEM PODE REDUZIR?

Qualquer empregador privado, incluindo pequenas e grandes empresas, microeempreendores individuais, empregador doméstico, pessoas físicas, pessoas jurídicas sem fins lucrativos. A MP não se aplica aos órgãos públicos, empresas públicas e subsidiárias e organismos internacionais. COMO É FEITA A REDUÇÃO?

É necessária a celebração de acordo, individual ou coletivo, a depender do caso.

Celebrado o acordo, a empresa informa em até 10 dias para o Ministério da Economia.

O acordo pode prever ajuda compensatória, de caráter indenizatório. POR QUANTO TEMPO?

A redução poderá ser acordada por até 90 dias. A redução pode ser encerrada se a calamidade pública acabar ou se o empregador antecipar o retorno do empregado à jornada normal. COMO SE DÁ O ACORDO?

A convenção ou acordo coletivo é sempre aplicável. O acordo individual depende:

1) do percentual de redução; e

2) do salário do empregado.

Confira o quadro abaixo:

Empregados que ganham até R$ 3.135,00: acordo individual ou coletivo para qualquer redução.

Empregados que ganham mais de R$ 3.135,00: acordo individual só para redução de jornada de 25%.

Para as reduções de 50% e 70% é necessário acordo coletivo.

Empregados que ganham mais de R$ 12.202,12 e possuem diploma de nível superior: acordo individual ou coletivo para qualquer redução.

SUSPENSÃO TEMPORÁRIA DO CONTRATO DE TRABALHO COMO SE DÁ O ACORDO?

O empregado não exerce sua atividade pelo período da suspensão. A empresa poderá pagar ajuda complementar de natureza indenizatória (art. 457 § 2º da CLT) como disse acima. Se for empresa com faturamento superior a R$ 4,8 milhões, a ajuda compensatória é obrigatória e terá o valor de 30% do salário do empregado. Mantém os benefícios voluntários como seguro saúde e vale alimentação. QUEM PODE SUSPENDER?

Qualquer empregador privado, incluindo pequenas e grandes empresas, microeempreendores individuais, empregador doméstico, pessoas físicas, pessoas jurídicas sem fins lucrativos.  A MP não se aplica aos órgãos públicos, empresas públicas e subsidiárias e organismos internacionais. COMO É FEITA A SUSPENSÃO?

É necessária a celebração de acordo, individual ou coletivo, a depender do caso;

Celebrado o acordo, a empresa informa o Ministério da Economia em até 10 dias. POR QUANTO TEMPO?

A redução poderá ser acordada por até 60 dias. A redução pode ser encerrada se a calamidade pública acabar ou se o empregador antecipar o retorno do empregado à jornada normal. COMO SE DÁ O ACORDO?

A convenção ou acordo coletivo é sempre aplicável.

O acordo individual só pode ser feito por empregados que ganham até R$ 3.135,00 ou empregados que ganham mais de R$ 12.202,11 e tenham diploma de nível superior. CONCLUSÃO

ACONSELHAMOS NA MEDIDA, DO POSSÍVEL, QUE TODOS OS ACORDOS SEJAM DA FORMA DE CONVENÇÃO OU ACORDO COLETIVO.  EM ÚLTIMO E EXTREMO CASO NA FORMA INDIVIDUAL, POIS NÃO SABEMNOS COMO A JUSTIÇA DO TRABALHO IRÁ INTERPRETAR ESTES ACORDOS, FACE AO PRINCÍPIO DA HIPOSSUFICIÊNCIA, QUE REGRA O DIREITO DO TRABALHO.

Este era o parecer. s.m.j

Atenciosamente,

Paulo Roberto Tramontini,

TRAMONTINI ADVOGADOS ASSOCIADOS

ABAIXO O LINK PARA ACESSAR A MP Nº 936 DE 1º DE ABRIL EM SUA ÍNTEGRA. http://www.in.gov.br/web/dou

DICA SINDILOJAS – Contratos de locação em tempos de Coronavírus

Sindilojas suscita parecer a respeito da suspensão dos locativos a serem pagos pelos locatários/associados, face aos Decretos Estaduais e Municipal, que determinam o fechamento do comércio, diante da pandemia Coronavírus-19.

Primeiro lugar o Sindilojas não tem a pretensão de se envolver nas relações jurídicas entre Locadores e Locatários, mas tão somente aconselhar QUE AS PARTES FIRMEM UM ACORDO que melhor atenda os anseios de ambos polos.

São tempos estranhos. Tantas informações por aí que, sejam verdadeiras ou fake news, acabam nos encontrando (normalmente pelo WhatsApp).

É curioso que, mesmo com a quantidade enorme de informações, temos poucas certezas. São muitas e grandes mudanças em pouco tempo e, dentro de todos nós, talvez seja inevitável uma pergunta: como tudo isso afetará o nosso futuro e o de nossas famílias e amigos?

Não existe no nosso ordenamento jurídico, situação específica, porém, o Código Civil, em tese ampara e assegura que uma parte não cumpra a sua obrigação, quando a mesma está impedida de fazê-lo, como é caso que estamos vivendo a nível mundial.

O momento é inédito e crítico, a boa-fé consagrada no art. 422 do Código Civil, bem como os arts. 479 e 393 também do Código Civil, SÃO INSTRUMENTOS NECESSÁRIOS, QUE PODERÃO SER ACIONADOS PARA MODIFICAR E SUSPENDER OBRIGAÇÕES CONTRATUAIS, COMO NO CASO DO CONTRATO DE LOCAÇÃO, preservando-se a relação até a superação desta crise.

Recomendo primeiramente, como se asseverou acima, UMA NEGOCIAÇÃO ENTRE E LOCADOR E LOCATÁRIO EXTRAJUDICIAL tentado, mediante concessões mútuas, se chegar a uma solução amigável e salutar para as partes envolvidas, na medida que estamos diante de UMA FORÇA MAIOR OU CASO FORTUITO. Recorrer ao judiciário somente em último e derradeiro caso, pois as relações contratuais devem serem preservadas juntamente com os negócios, tanto do locador como do locatário.

Abaixo segue um modelo/sugestão de carta que o Locatário poderá enviar ao seu Locador, propondo um acordo justo.

Este era o parecer.

s.m.j

Atenciosamente,

Paulo Roberto Tramontini

TRAMONTINI ADVOGADOS ASSOCIADOS

Sr(a). (Colocar o nome completo do locador)

(Endereço)

(CPF)

Eu, (Nome Completo Locatário), (qualificar), locatário (a) do imóvel situado na (Endereço do Imóvel), venho solicitar a suspensão do aluguel, nos seguintes termos:

1. Diante da pandemia causada pela COVID-19, o Prefeitura publicou o Decreto nº. XXXX em XX/XX/XXXX, determinando a suspensão dos alvarás de localizado e funcionamento de vários seguimentos, inviabilizando com que eu continue exercendo o meu trabalho, interrompendo a minha renda mensal, desde o dia XX/XX/XXXX.

2. Dessa forma, desde o dia XX/XX/XXXX o meu estabelecimento comercial está fechado, sem possibilidade de vendas e atendimentos Delivery. Estou me esforçando para pagar as contas, mas sem conseguir trabalhar há tantos dias e sem prazo para reabrir, não irei conseguir arcar com todas as minhas contas em dia, tal como sempre o fiz.

3. Em todos esses anos sempre busquei pagar o aluguel e demais encargos da locação com pontualidade, mantendo o imóvel em bom estado de conservação, tendo inclusive reformado o mesmo recentemente.

4. Em nome do nosso bom relacionamento e, considerando a grave situação financeira na qual me encontro em razão da impossibilidade de trabalhar, venho através desta solicitar a suspensão do pagamento do aluguel, pelo prazo de 3 meses, representando os aluguéis que irão vencer em abril/20, maio/20 e junho/20. Caso a Prefeitura libere o retorno das minhas atividades antes do período de X meses, retomarei ao pagamento do aluguel no mês vigente ao início das atividades.

5. Conto com sua compreensão e apoio nesse momento tão difícil.

Atenciosamente,

Local e data

Nome Completo e Assinatura

36º CNSE será de 23 a 25 de novembro

Nova data foi definida em razão da pandemia do Coronavírus

Agora, mais do que nunca, a realização do 36º Congresso Nacional de Sindicatos Empresariais do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (36º CNSE) se tornou imprescindível para o setor discutir formas tanto para a sustentabilidade das entidades quanto no sentido de inovar para dar suporte às empresas associadas e, assim, ambos se fortalecerem. Seguindo o tema ‘Desperte para as Soluções’, o evento ganha nova data – 23 a 25 de novembro, em Bento Gonçalves (RS) –, esperando ampliar a representatividade que já é de quase 700 congressistas de 24 estados brasileiros, além do Distrito Federal.

“A paralisação decorrente da Covid-19 atingiu em cheio o comércio. Por isso, não encontramos outra saída senão a de transferir a data do 36º CNSE para um período seguro, em que possamos debater o momento, suas dificuldades e alternativas para a superação”, destaca o presidente do Sindilojas Regional Bento, Daniel Amadio, que também preside o evento. Amadio espera que esta crise seja controlada rapidamente e que a economia retome seu crescimento, apostando no Congresso como ferramenta para os dirigentes sindicais encontrarem fôlego, inspiração e ideias que o momento exige.

A Secretaria Geral do evento já está contatando com todos os inscritos, informando a nova data e cuidando de cada detalhe de realinhamento das inscrições, reservas de hotéis e aéreos. São quase 150 sindicatos que representam 30 segmentos do comércio de bens, serviços e turismo. A expectativa é de que mais sindicatos confirmem adesão ao evento, pegando carona neste tema tão apropriado para o momento. Cases de sucesso estarão sendo compartilhados no evento, assim como debates em torno da reorganização sindical serão provocados.

A programação seguirá a mesma proposta com palestras, reuniões comissões temáticas, talk show, painel e uma feira empresarial cuidadosamente pensada para dirigentes sindicais. As vagas são limitadas e podem ser feitas pelo www.36cnse.com.br. Informações podem ser obtidas pelo cnse@sindilojasbg.com.br.

SERVIÇO 36º CNSE

O que? 36º Congresso Nacional de Sindicatos Empresariais de Bens, Serviços e Turismo (CNSE)

Quando? 23 a 25 de novembro de 2020

Onde? Dall’Onder Grande Hotel – Bento Gonçalves/RS

Inscrições: www.36cnse.com.br

Realização: Sindilojas Regional Bento

Patrocínio: Sicredi

Apoio: CNC, Fecomércio RS – Senac e SESC

Informações:

Lucinara Masiero – 54 3052.0066, 9 9151.0006 (whatts) ou lucinara@conceitocom.com.br

Solange Rossetti – 54 3055.2030 ou cnse@sindilojasbg.com.br

Hotel Oficial: Rede Dall’Onder de Hotéis

Agência Oficial: Giordani Turismo

Crédito especial para associados

Sicredi lança linha de crédito para ajudar empresas a enfrentar momento de quarentena com carência de até 12 meses, além de alongar prazos daquelas que já têm crédito tomado

As empresas associadas ao Sindilojas Regional Bento já podem contar com uma nova linha de crédito criada pelo Sicredi com o objetivo de minimizar os problemas decorrentes da quarentena. O valor chega a R$ 500 mil e pode ser pago num prazo de até 60 meses com uma carência que pode chegar a 12 meses. A taxa é de 0,55% ao mês mais CDI.

Além da Linha de Crédito Emergencial, o Sicredi também está alongando prazos e concedendo carências para empresas que já tem crédito tomado. “Analisamos caso a caso para entender a capacidade, assim como a necessidade de carência que se encaixa na realidade de cada associado. Estamos bem próximos das empresas para entender a situação de cada uma e ajudar”, assegura o gerente do Sicredi Agência Bento Gonçalves, Lucas Sartoretto. As taxas podem sofrer alterações conforme as medidas governamentais avançarem.

Para o presidente do Sindilojas Regional Bento, Daniel Amadio, esta é mais uma ferramenta que chega para ajudar a minimizar os impactos na economia gerados pelo Coronavírus. “O Sicredi tem sido um grande parceiro do Sindilojas Regional Bento, apoiando ações e, especialmente, oferecendo linhas de crédito diferenciadas para empresas associadas à entidade. Quem precisa desta ajuda deve entrar em contato e buscar uma solução personalizada para seu problema”, aconselha Amadio.

O Sicredi está operando internamente. O associado pode ligar para as agências Centro (54) 3459.9000, Cidade Alta 3449.2800 e São Roque 3449.0400, ou via whatts 51 3358.4770, das 9h às 17h. Os canais online – APP e Internet Banking – também estão disponíveis.