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Em combate à informalidade

Fecomércio-RS ganha voz em debate na Câmara de Vereadores de Porto Alegre na manhã desta terça-feira

O impacto econômico da atividade de ambulantes na capital gaúcha foi tema de debate na manhã desta terça-feira, 11, no Plenário Ana Terra, na Câmara de Vereadores de Porto Alegre. Segundo dados da Prefeitura, somente em dezembro, 22 mil itens ilegais foram apreendidos pela fiscalização na cidade. O presidente do Sindilojas Regional Bento, Daniel Amadio, também vice-presidente da Fecomércio-RS, onde também coordena a Comissão de Combate à Informalidade, participou do evento realizado pelo Sindilojas POA, em resposta a uma audiência pública com os ambulantes.

Compondo a mesa principal, Amadio ressaltou o quanto a informalidade prejudica a economia, a saúde das empresas legais que cumprem com seus compromissos como contribuintes e também em relação aos trabalhadores. “É importante dar voz aos empresários que se preocupam com o crescimento da informalidade, e todos os danos causados por ela, além de se integrar com os poderes públicos criando uma corrente de combate ao que é ilícito”, destacou.

 

 

O debate contou com a presença de vereadores, membros do Executivo Municipal, das corporações da Brigada Militar, Guarda Municipal e EPTC, além dos representantes do Sindióptica RS e demais entidades lojistas.

Amadio vem percorrendo o estado, participando de encontros, debates e palestras, chamando a atenção para a importância do tema. Muitos municípios já começam a se organizar para enfrentar o problema que acoberta a sonegação fiscal. Alguns, inclusive, já possuem lei que regulamenta a realização de feiras itinerantes, por exemplo. Nestes casos, o dirigente esclarece que a Fecomércio-RS está à disposição para esclarecer dúvidas e mostrar o caminho para as Prefeituras e entidades envolvidas.

 

Imagens: Fecomércio-RS

Comércio Informal: que bicho é esse?

Em seis meses, Sindilojas Regional Bento atinge mil estudantes de 20 escolas em ação de conscientização ao combate à pirataria

Combater a informalidade no varejo é um desafio do Sindilojas Regional Bento como braço da Fecomércio-RS. O assunto é hoje uma das principais bandeiras da entidade, que não tem medido esforços para compartilhar os riscos da pirataria com públicos de todas as idades. E abordar o tema em sala de aula é fundamental para transformar a sociedade. De junho a novembro, mais de mil crianças de 4ª e 5ª séries do Ensino Fundamental de Bento Gonçalves receberam cartilhas que chamam a atenção para a pauta.

 

O tema chegou às escolas no ano passado e desde então vem envolvendo milhares de crianças e suas famílias. Na ação, a Secretaria da Fazenda trata sobre a cidadania fiscal, enquanto o Procon explica porque a exigência da nota fiscal é importante. O presidente do Sindilojas Regional Bento, Daniel Amadio, que coordena a Comissão de Combate à Informalidade junto a Federação, orienta as crianças sobre os produtos vendidos na informalidade. “O problema é bem série e precisa ser compreendido pela sociedade. Este trabalho de conscientização em sala de aula é essencial para que possamos levar o assunto para dentro dos lares, envolvendo os pais”, destaca.

Na semana passada, Amadio encerrou a agenda do ano em escolas, juntamente com o secretário adjunto da Fazenda de Bento Gonçalves, Heitor André Tartaro e a coordenadora do Procon da cidade, Karen Izidro Battaglia, além do fiscal Thiago Duarte dos Santos. Juntos, eles visitaram as escolas, entraram em sala de aula e chamaram a atenção dos alunos sobre o problema.

A cartilha traz uma linguagem fácil de ser compreendida pelas crianças, com ilustrações coloridas em quadrinhos. O grupo estará dando continuidade ao trabalho em 2019, envolvendo outras escolas e crianças da cidade. O mesmo ocorre em outros municípios gaúchos.

Fotos: Acervo Sindilojas